segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

DETALHES DA MORTE DO BISPO ROBINSON CAVALCANTTI


Postamos esses vídeos abaixo, de programas policiais locais (Recife e Região Metropolitana), para tentar trazer algumas informações aos admiradores do Bispo Robinson Cavalcanti, principalmente aqueles que moram fora do Estado de Pernambuco. O Bispo era uma figura realmente proeminente na sociedade pernambucana e no meio acadêmico. Lamentamos esse final trágico de sua caminhada.

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domingo, 26 de fevereiro de 2012

MEDIDOR DE BONDADE. VOCÊ MERECE SER SALVO?

Eu também sou filho de Deus. Eu sou um bom filho, bom marido, não fumo, não bebo, não faço nada de errado, é de casa para o trabalho do trabalho para casa. Faço caridade. Faço doações para orfanatos. Sou um cidadão que cumpre com suas obrigações.  Em fim: me considero uma pessoa boa e por isso mereço ser salvo. São frases recorrentes usadas por "pessoas de bem". Essa louca impressão de dever cumprido e de bondade aparente é uma das maiores mentiras plantadas pelo diabo para iludir as pessoas e deixá-las cegas do quanto ofendem a Deus com suas "boas obras"; do quanto são inimigas Dele e do quanto estão distanciadas Dele. Infelizmente a pregação que não ressalta a depravação total do homem acaba igualmente produzindo essa sensação de bem estar no pecador.

Para um homem morto espiritualmente e, portanto,  perdido, só há um remédio: a Graça, que por definição é favor não merecido.

Se você acha que merece ser salvo, está dizendo que não precisa da graça de Deus. Percebe como isso é grave? O guia espiritual dos arminianos, o monge Pelágio (IV dc), conforme está registrado na obra "A Graça, vol.I", de Agostinho, chega mesmo a a afirmar que o homem não necessita da Graça  para achegar-se a Deus; que por suas próprias forças esse homem poderia escolher livremente, na hora que achasse mais adequada, seguir a Deus.  Essa idéia, com algumas variações, tem sido ensinada pela maioria das igrejas evangélicas, que são de orientação arminiana. Isso dá ao pecador um poder que ele não tem, resultando na ilusão de que o homem  já nasce bom e que não há motivos para correr desesperado aos pés da cruz. Disso decorre a "doutrina do apelo" que transfere o poder de escolha de Deus para o pecador, sendo este ultimo uma espécie de ser autônomo e soberano que dá ou não uma oportunidade a um Deus passivo e que apenas, à semelhança de um jornalista, registra os atos livres do homem decaído; que fica na torcida e na expectativa de que esse homem abra, espontaneamente, o coração para que Ele possa fazer morada.

O vídeo abaixo é uma boa demonstração como as coisas são de fato. Como nossas boas obras de justiça não podem nos salvar e nem mesmo nos aproximar de Deus. Não deixe de assistir

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Nota: Apesar da boa idéia do vídeo, esse blog desaprova a representação de qualquer pessoa da Trintade, como é o caso, na representação de Jesus. 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

NÃO DEVEMOS PREGAR O EVANGELHO PARA FAZER A IGREJA CRESCER


O maior objetivo da igreja não é o de crescimento numérico. Nunca foi. A obrigação da igreja é pregar e ensinar o evangelho. Só isso. Se as pessoas irão se converter ou não, aí já é outra história. É trabalho exclusivo do Espírito Santo. Não devemos ter nem mesmo compromisso com a conversão dos pecadores, no sentido de insistir para que se convertam. Nosso único compromisso é pregar e ensinar, sem a expectativa, inclusive, de conversão. Isso não nos cabe.

Quando o assunto é evangelização e missões, é intrigante constatar a utilização apenas parcial do “Ide”. As pessoas sempre citam “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19). É o texto preferido para abordar o assunto. Porém, o verso seguinte, que também faz parte do mesmo contexto, que também faz parte do “Ide”, “ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado (Mateus 28:20), por incrível que pareça, é sempre, de forma proposital, esquecido. Dá muito trabalho; deve ser isso. E, depois, não é interessante ter pessoas esclarecidas e com um bom conhecimento doutrinário e teológico em nossas igrejas. Essas pessoas são muito chatas; não se deixam nem manipular.

Ora, não se faz um discípulos de um dia para o outro. Também não se ensina a "guardar os preceitos de Cristo" de forma instantânea. É uma verdadeira gestação espiritual, é um verdadeiro parto espiritual, a partir da palavra de Deus. Ou seja, é necessário tempo de estudo para que as pessoas aprendam os desígnios de Cristo e tornem-se seus discípulos, isto é, seguidores daquilo que ele ensinou e de toda a Escritura Sagrada. Mas as “igrejas Fast Food” da atualidade não têm mais esse tempo disponível para isso!

Discípulo é, em última análise, seguidor. Não somente seguidor de pessoas. Seguidor de idéias, de mensagens, de ensinamentos. Mas, como seguir, como ser discípulos, se nem ao menos se conhece o que seu mestre ensinou? Seguir o quê? O que estamos formando em nossas igrejas? Discípulos de Cristo ou um amontoado de pessoas que mais se parecem com “cifrões ambulantes”?

A questão não é só arrebanhar. Aliás, Cristo advertiu seriamente os fariseus quanto a essa prática, pois "percorriam o mar e a terra para fazer um prosélitos” e depois os tornavam duas vezes mais merecedores do inferno (Mateus 23:15). Uma coisa é fazer discípulos de Cristo outra coisa é fazer congregados e membros de igreja. A segunda é extremamente mais rápido e fácil. 

O movimento de crescimento de igreja, muitas vezes, tem incutido na mente dos crentes, e em especial de líderes, que eles precisam fazer a igreja crescer; que esse é seu compromisso. Não é. Cristo nunca nos chamou para lotar igrejas e sim para pregar o evangelho, independentemente se haverá ou não conversões.

Essa gana por crescimento numérico está tão evidente que não ouvimos mais a frase "procure uma igreja genuinamente evangélica mais próximo de sua casa". Talvez porque elas estejam em extinção? Pode ser, mas talvez, principalmente, porque a preocupação maior é encher “a minha igreja” e não anunciar as boas novas do evangelho.

Evidentemente que se evangelizar muito, naturalmente, a tendência é que mais pessoas sejam acrescidas à igreja local. Mas essa não é uma condição sine qua non. Temos alguns relatos na literatura de missões de servos de Deus que pregaram o genuíno evangelho por diversos anos sem, contudo, presenciarem conversões. Eles não estavam fazendo o trabalho direito? Claro que não era isso. Apenas aprouve ao Espírito Santo não salvar aqueles que ouviram a pregação do evangelho. Mas, e daí? Não temos nada com isso. Se haverá conversões ou não é coisa que não nos compete. Nossa responsabilidade é pregar, ensinar "todas as coisas que Cristo tem ordenado". Só isso. Afinal, a pregação do evangelho tem duplo objetivo: salvar os eleitos e selar a condenação dos répobros.

O próprio apóstolo Paulo pregava para um grupo de mulheres e, diz o texto sagrado, que "O senhor abriu o coração de Lídia" (Atos 16). Apenas o dela. Essa, certamente, seria considerada uma cruzada evangelística fracassada hoje em dia.

Encher igrejas e converter pessoas definitivamente não é o trabalho para o qual fomos chamados. Claro que "casa cheia" é bom para o ego da igreja e, principalmente, do pastor da igreja. Para o ego e para o bolso. Mas a questão é: estamos "fazendo" discípulos de Cristo ou arrebanhando pessoas para encherem nossos bolsos? Muitas igrejas neopentecostais, e até tradicionais sob essa influência, têm negociado o evangelho e aberto mão dos preceitos escriturísticos sob o argumento da “urgência” da evangelização. Leia-se “urgência de crescimento numérico”. Na verdade, leia-se "crescimento de arrecadação". “Precisamos salvar as almas que estão indo para o inferno”, dizem alguns. Que triste motivação para pregar o evangelho! Nem mesmo a pregação do evangelho poderá modificar o destino eterno dessas almas. Amor pelas “almas perdidas” não deve ser a motivação para pregar o evangelho, muito embora isso pareça estar revestido de uma espiritualidade tão límpida quanto pode ser. Nossa motivação deve ser a obediência aos chamamentos de Deus.

O resultado dessa negociação do evangelho; desse evangelho “água com açúcar” que está sendo pregado nas igrejas é o que, infelizmente, temos visto nos últimos dias: uma igreja evangélica extremamente descaracterizada, misturada, desviada e desmoralizada.

Finalmente, é lamentável que o trabalho de evangelização da igreja seja atrelado, ainda que de forma subtendida, a recompensas e resultados. Esse é apenas o nosso dever. Não passamos de "somos servos inúteis” quando fazemos o que é para ser feito. De que recompensa estão falando? De que resultados? A igreja cheia? Os dízimos aumentando exponencialmente? Os bolsos dos pastores cheios? É essa a impressão que fica!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

OS MODELOS DE GOVERNO ECLESIÁSTICO, SUAS VANTAGENS E DIFICULDADES PRÁTICAS


Sinteticamente podemos dizer que existem três formas de Governo Eclesiástico. Provavelmente sua igreja é governada por uma delas. São elas:  

a)   a) Episcopal: Essa forma de governo é caracterizada por ter um "Líder Maior", geralmente chamado de Epíscopo, Papa, Bispo, Pastor Presidente e até Apóstolo, que governa todos os outros líderes e demais membros da igreja. É ele quem toma todas as decisões. Ou seja, “Um” governa a “Todos” (Igreja Episcopal, Universal, Católica, Assembléia de Deus e a maioria das igreja neopentecostais);

b)     b) Congregacional – A principal característica dessa forma de governo eclesiástico é a participação de toda a congregação na  tomada de decisões. Nada é decidido sem que antes tenha a aprovação da Assembléia de membros da igreja.  Ou seja, "Todos" governam (Igreja Batista, Congregacional etc.);        


  c) Presbiterial ou representativo – Nesse Regime de governo "Alguns" são eleitos para governar a "Todos" (Igreja Presbiteriana).

Cremos ser a última forma de governo eclesiástico (letra c) a  que mais se aproxima do modelo bíblico. É o governo do povo por meio de representantes por ele escolhido; um governo republicano. Calvino, em sua interpretação das Escrituras sobre esse assunto, considera também ser o governo representativo aquele que  foi ensinado pelos apóstolos para a organização da Igreja de Cristo. Na Bíblia, podemos encontrar facilmente os princípios norteadores e constituintes dessa forma de governo eclesiástico: Atos. 11: 30; 14: 23; 15: 2, 4, 6, 22; Tito 1: 5.

Apesar do exposto acima, nossa intenção é demonstrar, de forma prática, despretensiosa  e sem a (talvez) necessária preocupação hermenêutica, os pontos positivos e negativos de cada forma de governo eclesiástico. Contudo, principalmente em relação à forma de governo que entendemos ser a mais aproximada do modelo bíblico, os pontos negativos, não estão, necessariamente, relacionados à falhas do próprio sistema de governo e sim daqueles que o adotam. Mas que elas existem, existem. Comecemos na mesma ordem:

Governo Episcopal:

Pontos positivos:   Esse talvez seja  o modelo de governo que dê mais agilidade à igreja. Tudo só depende da aprovação de uma pessoa. Por exemplo: a reforma do prédio do departamento infantil da igreja. O Epíscopo decide fazer, quem vai fazer e o que vai ser feito. Tudo é resolvido de forma rápida e ágil. A igreja é muito beneficiada neste sentido. Os casos de disciplina eclesiástica também são rapidamente resolvidos trazendo a devida ordem à comunidade.

Pontos negativos: É desnecessário dizer que a concentração de poder na mão de uma única pessoa é algo muito perigoso. Os erros desse Epíscopo podem desviar para sempre sua igreja e como não há uma autoridade superior ninguém pode impedir essa derrocada. As escolhas das prioridades, dos materiais e das pessoas a serem contratadas podem ter critérios não muito corretos, em caso de desvio de conduta pessoal do Epíscopo e não haverá ninguém para lhe dizer um basta. Nos casos de injustiças na aplicação da disciplina eclesiástica o membro da igreja ficará sempre prejudicado, não tendo a quem recorrer. Esse modelo também dá margem a perseguições de possíveis oponentes, ainda que esses estejam com a razão, bem como a beneficiamento e falta de disciplina para aliados. Todos esses problemas são decorrentes do poder absoluto que o Epíscopo ou líder tem.

Governo Congregacional:

Pontos positivos: Uma das principais vantagens dessa forma de governo eclesiástico é que ninguém pode reclamar por não ter sido consultado ou ainda ouvido. Todos os membros têm direito a voto e a opinar sobre os mais diversos da igreja. Usando o mesmo exemplo da a reforma do prédio do departamento infantil da igreja, todos podem opinar sobre a necessidade dessa reforma, sobre as pessoas a serem contratadas e até sobre o material a ser utilizado. Ninguém pode dizer depois que não sabia ou que não foi ouvido. Isso acaba diminuindo bastante o grau de insatisfação da cumunidade.

Pontos negativos: Em qualquer igreja há pessoas maduras e pessoas imaturas. Essa é uma das maiores dificuldades desse regime de governo eclesiástico. Num caso de disciplina eclesiástica, por exemplo, além do constrangimento do membro faltoso ser apresentado diante de toda a congregação, ainda corre gravíssimo risco de ter sua situação emocional e espiritual agravada por conta das perguntas e das abordagens dos possíveis desafetos e dos membros que ainda não sabem lhe dar com esse tipo de situação. É algo realmente extremamente constrangedor. A morosidade na tomada de decisão também é um fator complicador, tendo em vista que depende da quantidade de membros presentes e da votação da maioria para aprovar um projeto. Diante disso, muitas igrejas Batistas, por exemplo, estão assumindo uma prática que descaracteriza por completo o regime congregacional: estão criando uma espécie de conselho para tratar de alguns assuntos antes mesmo de ser levado à assembléia dos membros, não sendo raras as vezes quando chegam com a decisão tomada esperando apenas a aprovação de todos.

Governo Presbiterial ou Representativo:

Pontos positivos: Esse regime de governo eclesiástico está tanto livre dos perigos que se apresentam quando o poder está concentrado nas mãos apenas de uma pessoa quanto da participação e decisão de pessoas imaturas que ainda não estão em condições de traças os rumos da igreja. Ele pressupõe que os homens  mais preparados da igreja são eleitos por todos os membros, em assembléia extraordinária, para governá-la. A igreja é autônoma e livre para escolher seus representantes, baseada nas condições pré-estabelecidas na bíblia para a ordenação de um presbítero. O conselho da igreja, em casos de disciplina eclesiástica, via de regras, tem condições de tratar o faltoso e aplicar-lhe a pena necessária para trazê-lo de volta aos caminhos da palavra de Deus. Em caso de disciplina aplicada fora dos preceitos bíblicos ou ainda por alguma espécie de perseguição, o membro que se sentir prejudicado poderá apelar para o "tribunal eclesiástico" imediatamente superior (geralmente são três instâncias superiores de apelação). Isso diminui bastante a possibilidade das injustiças e erros.

Pontos negativos: Como a congregação não participa das decisões de forma ativa, isso acaba dando margem para críticas às decisões do conselho.Outro ponto negativo é a morosidade com que os processos se desenrolam. Utilizando o mesmo exemplo da reforma do prédio do departamento infantil da igreja, uma obra que poderia ser relativamente rápida pode durar duas ou três vezes mais tempo para ser concluída. Começando pela discussão de como será feita a obra, os materiais utilizados e quem vai executá-la até a disposição da verba para a realização dos projetos. Em muitas vezes decisões como essas não saem antes de duas ou três reuniões do conselho.  A própria dificuldade de reunião dos presbíteros atrasa muitos processos necessários ao bom andamento da igreja. Os presbíteros não são obreiros exclusivos da igreja, todos têm seus trabalhos seculares, famílias e dificuldades particulares. Além disso, o pastor, que é também é um presbítero (docente) e que, geralmente, se dedica em tempo integral à igreja (pelo menos deveria),  não pode tomar decisões sozinho. Basta faltar um número considerável de presbíteros (geralmente cada igreja possui de 02 a 10 presbíteros) para a reunião não acontecer. Isso gera muito atraso nos projetos da igreja, dando, muitas vezes, uma impressão de desgoverno e abandono da igreja, uma vez que somente esses presbíteros podem decidir os rumos a serem tomados e não o fazem, muitas vezes, com a agilidade necessária.

Outra dificuldade prática desse sistema de governo é que nem sempre são eleitos presbíteros homens conhecedores da palavra e das doutrinas basilares ensinadas pela Igreja Presbiteriana. Geralmente são oficiais leigos, isto é, sem formação teológica alguma. Mas esse não é o maior problema. Isso não impediria desse oficial estudar e conhecer a bíblia e as principais sistematizações doutrinárias de sua igreja, como, aliás, muitos fazem. Outros tantos, porém, não se interessam pelo estudo doutrinário, assumindo a postura do senso comem que afirma ser "importante a bíblia e não teologia", esquecendo que qualquer afirmação acerca da bíblia é, necessariamente, uma interpretação teológica. Por conta disso, muitas igrejas Presbiterianas locais acabam se descaracterizando, e, com isso, tornando-se mais parecidas com muitas igrejas neorenovadas e neopentecostais que com uma genuína igreja Presbiteriana, propriamente dita. Além disso, essa falta de conhecimento dos presbíteros torna esses oficiais presas fáceis para pastores que parecem ter vocação para o governo episcopal e simpatia por práticas neopentecostais. Muitas desses pastores acabam manipulando os presbíteros, não raras as vezes, em benefício próprio. Não é interessante, para muitos pastores, a presença no conselho de presbíteros conhecedores da bíblia, dos símbolos de fé e da constituição da igreja. Por conta disso, o governo presbiteriano, de algumas igrejas locais, fica extremamente prejudicado, estando mais próximo a um governo episcopal,  onde tudo é decidido pelo pastor, que presbiterial. Outras vezes, para fugir das possíveis críticas, alguns conselhos, por pura falta de conhecimento, acabam levando assuntos que seriam de sua exclusiva competência, para a igreja, em assembléia, se pronunciar e até votar decidindo sobre o fato, igualmente descaracterizando o sistema de governo representativo.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

NÃO TIREM O BBB12 DO AR


Estava demorando! As primeiras campanhas para tirar o BBB12 do ar já foram lançadas. Genizah noticiou que o Deputado Federal Marco Feliciano está estudando a possibilidade de entrar com um pedido oficial para a retirada do programa do ar. Alguns posts da blogosfera também já chamam a atenção para o "estupro moral" a que "todos" foram submetidos. Todos? Eu não!

Diante de tudo isso, resolvi lançar a seguinte campanha:

# NÃO TIREM O BBB12 DO AR

Não, não estou enganado. A campanha é assim mesmo!

Não tenho twitter, por isso vou precisar da ajudinha de algum amigo twittereiro para lançar essa campanha em defesa da permanência do BBB12 no ar. Será que vou conseguir algum apoio? 

Qual é o critério para retirar um programa do ar? Poderíamos citar alguns, mas o principal deles é a FALTA DE AUDIÊNCIA, o que, absolutamente, não é o caso do BBB. 

AUDIÊNCIA, inclusive, de uma infinidade de CRENTES. Estou mentindo? Tem crente até que deixa de ir à igreja pra ver BBB12. 

Agora querem tirar a diversão dos irmãos? Sou contra. Deixem o BBB12 no ar, para a felicidade e entretenimento de muitos crentes.

Quem não quiser assistir, leia isto:  JÁ INVENTARAM O CONTROLE REMOTO, sabiam?

Outra coisa: essa conversa de estupro é balela; conversa fiada. A nega beija o cara, depois vai deitar com ele na mesma cama e todo mundo acha que ela é uma santinha? Ah, tenha paciência. A participante (desculpem não saber o nome dela), que de inocentezinha não tem nada, deu mole para o carinha (desculpem de novo) e ele fez o que qualquer um, que não tem compromisso com Deus e sua palavra, faria. As coisas funcionam assim. É assim que é no "mundão". Ou tem algum abestalhado que pensa que ela também não estava curtindo e querendo a safadeza? É só ver o depoimento dela, que infelizmente tive que pesquisar para poder escrever algo aqui. O que teve de diferente no BBB12 que já não tenha aparecido nas novelas que dão picos de audiência nas TV'S dos CRENTES? Não é isso que todos, inclusive os telespectadores crentes, querem ver? O que mais esperar de um programa desses? Quem assiste já assiste pra ver essas coisas mesmo. Esse programa só existe porque tem quem assista, quem goste. É a velha e boa audiência. Simples assim.

Portanto,  deixem quem gosta do BBB em paz. Deixem os irmãos assistirem o programa em paz, que coisa!

Por meus irmãos em Cristo que assistem, que gostam e que até faltam as reuniões da igreja por causa do BBB12, convoco toda a população para um verdadeiro engajamento na campanha:

# NÃO TIREM O BBB12 DO AR

sábado, 14 de janeiro de 2012

SOU UM RACISTA ASSUMIDO


A cultura Afro está em moda no Brasil. Nada mais politicamente correto que aplaudir as "manifestações culturais" dos chamados Afro-descendentes. Nesse sentido, a educação formal, maior veículo de divulgação de ideologias, tem tido um importante papel no estabelecimento de uma "cultura" de simpatia à causa dos negros. Assim tem sido também com a causa Gay, mas isso é outra história. As Instituições de ensino Superior, por exemplo, precisam manter um grupo de reflexão (na verdade divulgação religiosa) da causa dos "Africanos-brasileiros". Nos níveis mais básicos da educação também há recomendações para abordar essa questão em algum dos variados eixos.

Outrora perseguidos e humilhados, feitos escravos por seres que se dizem humanos; arrancados de sua terra natal. No passado, esse era o final trágico de muitos negros. Evidentemente que não podemos negar as injustiças praticadas contra "muitos" negros, no passado; até mesmo com o aval do estado. Certamente foram anos tenebrosos que envergonham a história da humanidade, sobretudo na terrinha tupiniquim. Negar isso é negar a verdade e é tão burro quanto negar o holocausto.

Mas as coisas mudam. Antes, quem era perseguido hoje pode ter status privilegiado. As cotas para negros ingressarem nas Universidades Federais podem ser consideradas um bom exemplo dessa mudança. Claro que há muita polêmica em torno disso, mas tal discussão não cabe aqui. Basta dizer que se isso é visto como um pagamento indenizatório do Estado, dá até pra engolir. Mas, parece que tem muito mais por trás disso. Aqui, cabe, sim, uma pequena pausa para a seguinte reflexão: o que os negros brasileiros "de hoje" têm a ver com os negros escravizados no Brasil colônia? Aqueles, sim: deveriam ter sido indenizados por tamanho ultraje. Mas, e esses? São tão brasileiros quanto os outros brasileiros brancos. Receberam tanta influência genética quanto outros brasileiros que se dizem brancos. Devem realmente ser tratados de forma diferenciada simplesmente pela cor de sua pele? Isso não é o que chamam de racismo? Aliás, a cor da pele não é a unica prerrogativa para ser considerado descendente de africano, tendo em vista que por lá tem muito branquelo de olho azul também, que são tão africanos quanto os africanos negros. Então, só pra ficar claro: tem africano negro e africano branco. Tem brasileiro negro e brasileiro branco. Ou seja, 99,9% dos negros brasileiros não são mais "puro sangue africano". Tá tudo misturado. Isso é ser brasileiro e a maior prova que não são mais africanos. A exceção  fica por conta de quem tem pai e mãe africanos, quer brancos ou negros. Portanto, nada de "mama África" seu Chico Cesar.

O fato é que muitas práticas "eminentemente religiosas",  trazidas da África, são empurradas de "guela abaixo" sob o argumento de respeito à "cultura". Ou seja, se as minhas "práticas religiosas" e as das religiões afros forem auto-excludentes, posso ser taxado de Racista. Muito bem, que seja.

Pra começo de conversa, quem quiser nutrir práticas peculiares e puras da "cultura religiosa" Africana, que vá para a África ou solicite cidadania africana. Não concordo nem mesmo com o termo Afro-decendentes. Somos todos brasileiros, filhos de brasileiros. Essa designação só faz criar um "povo" dentro de um "povo" ou, ainda,  um "sub-povo",  no sentido de uma minoria que está contida numa maioria.  

Essa mistura de cores e costumes é exatamente o que caracteriza nosso "povo único", nossa  identidade. Sem contar a inutilidade da discussão sobre o racismo, tendo em vista a existência de apenas uma raça: a humana. As manifestações de ódio contra a cor da pele é pura ignorância; uma imbecilidade que só não é inacreditável porque existem imbecis que possuem um grau de ignorância quase inacreditável.

Está mais do que claro que a África, com aqueles que de lá vieram para o Brasil, contribuiu fortemente na formação do nosso traço cultural. A mais brasileira de todas as comidas - a feijoada - tem sua origem mais remota com os "antigos" escravos. Mas atenção: nem todas as comidas de origem ou motivação africana podem ser consideradas somente como uma "contribuiição à cultura brasileira". Algumas delas fazem parte integrante do culto às divindades dessas religiões, são oferendas típicas de religiões típicas.

Interessante que outros povos, com características religiosas peculiares, igualmente contribuíram para a formação do nosso arcabouço cultural e nem por isso utilizam dessa prerrogativa como forma de "evangelização" camuflada. Os Judeus, por exemplo. Há povo mais perseguido e massacrado? Perseguidos inclusive pelo Estado brasileiro. Na época de Getúlio Vargas  muitos judeus que buscaram refúgio no Brasil foram entregues "de bandeja" aos líderes nazistas. Isso mesmo, o governo brasileiro foi responsável por jogar muitos judeus nas câmaras de gás. O excelente filme Olga Benaro retrata bem esse tempo. Estranhamente não me lembro de nenhuma cartilha, de nenhuma recomendação dos órgãos que regulam a educação, de nenhuma ação indenizatória do estado brasileiro para com os descendentes de judeus. Algo do tipo: cota para Israel-descendentes. Não questiono a validade dessas ações mas, por que para uns sim e para outros não? Será mesmo que os "negros brasileiros" precisam dessa proteção oficial? Isso parece uma concordância absurda com "o norte-americano James Watson – Prêmio Nobel e co-descobridor da estrutura do DNA junto a Francis Cric em 1953 –, um dos pais da genética moderna, que afirmou que as pessoas de raça branca são mais inteligentes que as de raça negra, o que gerou o repúdio da comunidade científica e política" (conforme: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1686", acessado em 13/01/2012).

Mas a grande questão que queremos chamar a atenção é a seguinte: 

Estão querendo considerar religião e cultos Afros como cultura. De forma intencional, os simpatizantes e até praticantes do candomblé, umbanda e outras religiões de matrizes Africanas, muitos deles com grande representatividade entre políticos e formadores de opinião, estão querendo vender a idéia de que suas práticas cúlticas são simples manifestações culturais

Isso é uma forma muito inteligente e sorrateira de fazer proselitismo em favor das religiões Afros. A religião pode até fazer parte da cultura, mas ela não é a cultura. Conheço vários negros que desaprovam completamente os ritos e manifestações religiosas do candomblé, por exemplo. São menos negros por causa disso? Ou seja, umbanda, candomblé e tantas outras  "manifestações religiosas", tipicamente Africanas,  não são "coisa de negros". São coisas de negros "macumbeiros", bem como de brancos "macumbeiros". Essa eu não engulo!

As religiões Afros-brasileiras, em nossa opinião, enquanto cristãos Reformados, quebram flagrantemente o primeiro e o segundo mandamento da Lei moral de Deus. Portanto, são práticas pecaminosas à luz da bíblia. A continuidade dos sacrifícios ali oferecidos são uma afronta ao sacrifício último e perfeito de Cristo.

Não posso admitir que aquelas danças, aquelas roupas, aquelas comidas, aquelas saudações, aquelas músicas e aquelas divindades fazem parte do meu universo cultural. Eu não tenho nada a ver com isso. Pelo contrário,  repudio todas essas práticas por considerá-las pecaminosas. Respeito, entretanto, essas religiões e reconheço seu direito constitucional de culto às suas divindades, mas, por favor, não me venham dizer que tudo isso faz parte de minha cultura. Não faz. Religião é religião e cultura é cultura. 

Isso é ser Racista? Então, por favor, me consideram um racista.

Que os negros africanos, como já dissemos,.contribuíram com a formação da nossa cultura, isso é certo e perfeitamente aceitável. Deve até ser reconhecido e agradecido, mas "cada "i" tem seu próprio ponto. A questão religiosa é um capítulo à parte.

Um dos maiores exemplos de tentativa de sobreposição de uma Religião (as de origem Afro) sobre a outra (as de origem neopentecostal), é a polêmica disputa judicial entre a Rede Record de Televisão, sabidamente de orientação neopentecostal, com algumas entidades  "promotoras das religiões Afros" que se escondem atrás do pomposo título de protetoras da "cultura" Afro:

"Em decisão inédita do Ministério Público Federal, entidades afro-brasileiras foram autorizadas a produzir um vídeo de direito de resposta coletivo a uma reportagem da TV Record. O programa foi gravado e tornou-se público no final de 2011, mas não pode ser exibido, pois a emissora recorreu da ação e consegui impedimento momentâneo. Conforme informa o vídeo, o programa é um "direito de resposta concedido pela Justiça Federal ao Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), ao Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-Brasileira (INTECAB) e ao Ministério Público Federal, autores da ação contra o enfoque negativo e discriminatório das religiões afro-brasileiras". (Conforme:http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/46668/religioes+afro+brasileiras+produzem+direito+de+resposta+coletivo+contra+tv+record. Acessado em 13/01/2012).

A questão em pauta é de cunho puramente religioso. Ainda que a discordância tenha caráter unilateral, isso não passa de uma religião que não concorda com a prática cúltica da outra, que se sente afrontada por ela e que por isso, naturalmente, reage. Nunca pensei que fosse defender a igreja universal, muito embora discordando veementemente de seus métodos, não posso deixar de reconhecer juntamente com ela: as práticas cúlticas das religiões Afro-brasileiras são pecaminosas. Se isso é ser racista, repito: me considerem, agora,  juntamente com a IURD, racista.

Assista o vídeo abaixo, produzido com a intenção de ser exibido na Rede Record, como direito de resposta, e julgue você mesmo se não há uma clara intenção proselitista de promover as religiões de origens africanas escondida por trás do bonito discurso de respeito à cultura:


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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PENTECOSTALISMO "ESQUENTA" A MACUMBA DE CASÉ

A "pastora" é a macumbeira de Roxo da direita, no meio das Macumbeiras de branco.

Tenho dito em algumas postagens que o Pentecostalismo é o mais grave passo de retorno ao Romanismo. Muitos consideram isso extremamente forte e equivocado. Outros, porém, argumentam que o Pentecostalismo, principalmente em sua variação neopentecostal, está se aproximando estranha e inesperadamente ao Espiritismo. Também não posso deixar de notar isso. 

O fato é que alguns irmãos que se auto-denominam "genuínos Pentecostais" se dizem ofendidos quando são colocados na mesma sacola da longa lista das aberrações do atual mundo gospel. Tentam, inclusive, descaracterizar alguns movimentos e atitudes chamando-as de "Pseudo-Pentecostalismo".

Evidentemente que não podemos generalizar todo um grupo pela atitude de alguns ignorantes e de outros pilantras da fé. Claro que não. É mais do que sabido que muitos irmãos Pentecostais jamais se passariam para fazer o que essa outra irmã "igualmente Pentecostal" fez no programa "Esquenta" de Regina Casé. 

Mas a questão não é essa. O grande problema do Pentecostalismo é que ele propicia o acontecimento desse tipo de aberração. Isso se dá exatamente pelo fato de não ter o Pentecostalismo uma base de fé e prática hermeticamente fechada. Diferentemente dos Protestantes que têm na Bíblia - revelação escrita - única fonte de comunicação ativa de Deus para com seu povo.

Então, quando eles analisam a Bíblia e não encontram nenhuma recomendação para fazer essas coisas ou ainda para deixar de fazer outras, eles ficam "engessados" e desautorizados. Ou seja, o protestante é um crente limitado. Não pode usar de sua criatividade inventiva e nem mesmo seu talento para elaborar alguma novidade, algo que seja estranho às Escrituras, ainda que o objetivo seja nobre: louvar a Deus. É por isso que o culto dessas igrejas são sempre a mesmíssima coisa. Novidade nesses cultos só acontecem por algum desvio de conduta ou mesmo por influência Pentecostal.

Sei que muita gente discorda do que acabei de argumentar acima. Nós, "genuínos Pentecostais", também temos a bíblia como única regra de fé e prática, dirão alguns. Aí perguntarei? E as novas revelações, que são novos recados de Deus, no sentido de serem outros além dos que estão na Bíblia? Se não estiver na bíblia não é de Deus, responderão. Ora, então não são novas revelações? Então é só ler a bíblia? Se a resposta for sim, aí meu caro, isso não é o "genuíno Pentecostalismo". Estaremos diante de um "autêntico quase ex-pentecostal", que deve ter tido muito contato com a doutrina Reformada através de livros, congressos, etc e que agora está mudando seu pensamento. Não pensa mais como Pentecostal. Não crê mais como Pentecostal (pelo menos em todos os pressupostos). Tá tudo misturado, mas que por razões várias ainda não quer sair do meio. Diria eu: quase não é mais Pentecostal. 

Essa irmão do vídeo abaixo, sim. Essa é uma "autêntica Pentecostal" de carteirinha.

Mas para aqueles que discordam de tudo que coloquei até aqui, gostaria de fazer algumas perguntas. Por favor, assista ao vídeo e depois, só depois, responda as perguntas, ok?

video

Isso e essa "pastora" e suas seguidoras, tem mais a ver com o Pentecostalismo ou com o Protestantismo? Tem mais a ver com as igrejas Pentecostais ou com as igrejas Tradicionais? Se for perguntado a ela se é uma cristã Tradicional ou Pentecostal, o que ela responderá?

sábado, 31 de dezembro de 2011

AS PREVISÕES PARA 2012 E A PROVIDÊNCIA DE DEUS


Todo ano é a mesma coisa. É só  se aproximar o dia 31 de dezembro que os astrólogos, astrônomos, cartomantes e videntes de plantão reaparecem para trazer suas previsões acerca do ano que se aproxima. Na verdade eles têm um público muito grande. Neste exato momento que antecede a queima de fogos e a virada do ano, muitas pessoas estão se preparando com uma série de mandingas e superstições. É roupa branca para atrair paz, é roupa amarela para atrair riquezas e por aí vai. Sem contar os pulinhos com o pé direito nas ondas do mar. Muitos, inclusive, dedicam oferendas às suas divindades na tentativa de aplacar seus ânimos a fim de ter garantido um ano estável e com grande bonança.

O novo é sempre muito assustador mesmo. Não sabemos o que nos reserva no ano de 2012. Há quem diga  até que será o último dos anos. Saber o que 2012 nos trará é algo que foge completamente ao nosso controle. E, obviamente, não gostamos disso. Nosso senso de superioridade e autonomia são completamente abalados frente ao novo, ao desconhecido, ao que não podemos controlar.. Nos sentimos impotentes como um barco à deriva no mar.. 

O que 2012 nos trará?

Estamos preocupados? Ansiosos? Isso é normal. Faz parte da nossa humanidade. Faz parte da nossa falta de soberania,  onipresença e eternidade.

Deus, ao contrário, não se preocupada nem um pouco com isso, pois nada lhe é novo. Não há nada nesse universo e lugares conhecidos, e ainda por conhecer, que Deus não coloque seu dedo e diga: é Meu.

Devemos descansar na  Providência de Deus. Nada Lhe foge ao controle. Nada Lhe é oculto.

Em 2012, aconteça o que acontecer, estarei bem, pois Deus estará comigo. Ele estará cuidando de mim. Assim devem pensar todos aqueles que amam a Deus porque Ele o amou primeiro com amor salvífico.

Em 2012, aconteça o que acontecer, Deus em sua eterna providência estará cuidando de nós. 

O Capítulo V da Confissão de Fé de Westminster trata acerca da bendita providência de Deus. É reconfortante saber que servimos a um Deus que é Deus. Aliás, o único Deus verdadeiro. Leia:

I. Pela sua muito sábia providência, segundo a sua infalível presciência e o livre e imutável conselho da sua própria vontade, Deus, o grande Criador de todas as coisas, para o louvor da glória da sua sabedoria, poder, justiça, bondade e misericórdia, sustenta, dirige, dispõe e governa todas as suas criaturas, todas as ações e todas as coisas, desde a maior até a menor. Ref. Nee, 9:6; Sal. 145:14-16; Dan. 4:34-35; Sal. 135:6; Mat. 10:29-31; Prov. 15:3; II Cron. 16:9; At.15:18; Ef. 1:11; Sal. 33:10-11; Ef. 3:10; Rom. 9:17; Gen. 45:5. 

I. Pela sua muito sábia providência, segundo a sua infalível presciência e o livre e imutável conselho da sua própria vontade, Deus, o grande Criador de todas as coisas, para o louvor da glória da sua sabedoria, poder, justiça, bondade e misericórdia, sustenta, dirige, dispõe e governa todas as suas criaturas, todas as ações e todas as coisas, desde a maior até a menor. Ref. Nee, 9:6; Sal. 145:14-16; Dan. 4:34-35; Sal. 135:6; Mat. 10:29-31; Prov. 15:3; II Cron. 16:9; At.15:18; Ef. 1:11; Sal. 33:10-11; Ef. 3:10; Rom. 9:17; Gen. 45:5.

II. Posto que, em relação à presciência e ao decreto de Deus, que é a causa primária, todas as coisas acontecem imutável e infalivelmente, contudo, pela mesma providência, Deus ordena que elas sucedam conforme a natureza das causas secundárias, necessárias, livre ou contingentemente.Ref. Jer. 32:19; At. 2:13; Gen. 8:22; Jer. 31:35; Isa.10:6-7.

III. Na sua providência ordinária Deus emprega meios; todavia, ele é livre para operar sem eles, sobre eles ou contra eles, segundo o seu arbítrio. Ref. At. 27:24, 31; Isa. 55:10-11; Os.1:7; Rom. 4:20-21; Dan.3:27; João 11:34-45; Rom. 1:4.

IV. A onipotência, a sabedoria inescrutável e a infinita bondade de Deus, de tal maneira se manifestam na sua providência, que esta se estende até a primeira queda e a todos os outros pecados dos anjos e dos homens, e isto não por uma mera permissão, mas por uma permissão tal que, para os seus próprios e santos desígnios, sábia e poderosamente os limita, e regula e governa em uma múltipla dispensarão mas essa permissão é tal, que a pecaminosidade dessas transgressões procede tão somente da criatura e não de Deus, que, sendo santíssimo e justíssimo, não pode ser o autor do pecado nem pode aprová-lo. Ref. Isa. 45:7; Rom. 11:32-34; At. 4:27-28; Sal. 76:10; II Reis 19:28; At.14:16; Gen. 50:20; Isa. 10:12; I João 2:16; Sal. 50:21; Tiago 1:17.

V. O mui sábio, justo e gracioso Deus muitas vezes deixa por algum tempo seus filhos entregues a muitas tentações e à corrupção dos seus próprios corações, para castigá-los pelos seus pecados anteriores ou fazer-lhes conhecer o poder oculto da corrupção e dolo dos seus corações, a fim de que eles sejam humilhados; para animá-los a dependerem mais intima e constantemente do apoio dele e torná-los mais vigilantes contra todas as futuras ocasiões de pecar, para vários outros fins justos e santos.  Ref. II Cron. 32:25-26, 31; II Sam. 24:1, 25; Luc. 22:31-32; II Cor. 12:7-9.

VI. Quanto àqueles homens malvados e ímpios que Deus, como justo juiz, cega e endurece em razão de pecados anteriores, ele somente lhes recusa a graça pela qual poderiam ser iluminados em seus entendimentos e movidos em seus corações, mas às vezes tira os dons que já possuíam, e os expõe a objetos que a sua corrupção torna ocasiões de pecado; além disso os entrega às suas próprias paixões, às tentações do mundo e ao poder de Sataná5: assim acontece que eles se endurecem sob as influências dos meios que Deus emprega para o abrandamento dos outros. Ref. Rom. 1:24-25, 28 e 11:7; Deut. 29:4; Mar. 4:11-12; Mat. 13:12 e 25:29; II Reis 8:12-13; Sal.81:11-12; I Cor. 2:11; II Cor. 11:3; Exo. 8:15, 32; II Cor. 2:15-16; Isa. 8:14.

VII. Como a providência de Deus se estende, em geral, a todos os crentes, também de um modo muito especial ele cuida da Igreja e tudo dispõe a bem dela. Ref. Amós 9:8-9; Mat. 16:18; Rom. 8-28; I Tim. 4: 10. 

Não confie no acaso. Não confie em superstições. Não confie em signos. Não confie em diagnosticadores.  Não confie em você e na sua força. Não confie nas previsões para 2012. Confie somente em Deus que criou e governa tudo quanto há.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O “EIS QUE TE DIGO VARÃO”, DO PENTECOSTALISMO, NA VERSÃO CATÓLICA ROMANA


O  poderoso Movimento  Religioso Pentecostal tem estendido  suas fronteiras até mesmo fora do arraial gospel. Uma das características mais marcantes desse movimento, que não tem nada a ver com o protestantismo ou com a Reforma Protestante, sendo algo completamente outro, é, certamente, a presunção de ter o crente pentecostal um canal direto com o próprio Deus. São as chamadas “ novas revelações”, que podem vir por meio de um sonho, de profecias, de visões, de dons de línguas ou por uma revelação instantânea em mini-transe, durante alguma preleção. 

É o famoso “Eis que te digo varão”.

Certamente você conhece alguma “estória” com esse bordão.

Muitos protestantes duvidam da veracidade dessas mensagens instantâneas supostamente recebidas do próprio Deus, dentre os quais estou incluído. Não é nosso objetivo analisar essa questão agora. Basta, por hora, dizer que tais mensagens não podem ter sua veracidade comprovada. É uma questão de fé. Pura fé. Aliás, de muita fé mesmo. Quem não tem muita fé, como eu, não acredita. Quem tem, ao contrário, fé transbordante, acredita.

O fato é que 99% dos pentecostais quando alvos do “recadinho” de Deus, por boca de “um  profeta dos últimos dias”, acredita. Puro exercício de fé. E põe fé nisso. 

No último sábado (24/12/11), depois de ter sido entrevistado por Ana Maria Braga e por Marília Gabriela, o “Pentecostal Católico Romano”, na versão mais moderna das manifestações carismáticas do Romanismo, Pedro Siqueira concedeu entrevista à apresentadora Xuxa.


Pedro, à semelhança dos outros pentecostais, diz receber  mensagens diretas de uma autoridade espiritual. No caso dele,  da principal Santa do Catolicismo Romano, a quem chamam de  “Nossa Senhora”.  Ao melhor estilo “Eis que te digo varão”,  Pedro manda recados diretos aos presentes, citando, inclusive, seus nomes. Assim como no Pentecostalismo original, os “recadinhos” são de natureza existencial, geralmente envolvendo problemas como falta de emprego e promessas de curas, com o objetivo de trazer conforto ao aflito.

A única diferença entre o Pentecostal Católico Romano Pedro Siqueira e os Pentecostais Originais é que esses dizem receber mensagens diretamente de Deus e aquele diz recebê-las diretamente de “Nossa Senhora”. A gritaria também difere um do outro, antes que alguém chame atenção para isso.  O resto é só semelhança. Nos dois casos, por exemplo, não  há como comprovar a veracidade da autoria do “recadinho”. Nos dois casos, a fé, no profeta, vaso ou instrumento, é única base que confere legitimidade à mensagem.


Veja a entrevista com Pedro Siqueira. Preste atenção nos trechos em que ele aparace em uma espécie de mini-transe, em pleno exercício e entrega das "novas revelações", dos "recadinhos" de "Nossa Senhora":

video

Concluo com duas perguntas aos irmãos Pentecostais:

1ª)   As mensagens recebidas por Pedro são verídicas?
2ª) Em caso de resposta negativa à primeira pergunta, por favor responda: como provar que Pedro Siqueira  está blefando?

sábado, 24 de dezembro de 2011

NATAL. OS DOIS LADOS DA MOEDA: UMA PROPOSTA EQUILIBRADA E CONCILIADORA


Deus, às vezes, nos ensina que nas contradições estão presentes os preceitos mais importantes da vida: quem quiser ser o maior, que seja o menor; quem quiser ser exaltado, será humilhado. Os últimos serão os primeiros, etc. Isso é um violento golpe contra nossa lógica da auto-suficiência.

Também neste período chamado natalino outra contradição, talvez a mais importante delas, nos surpreende: enquanto todos comemoram o Nascimento de Cristo, Ele nos manda olhar para cruz; para sua morte


“E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós (Lucas 22:19-20)”.

É de lá, da Cruz, e somente de lá, que vem a salvação; não da manjedoura, não de nenhum outro lugar:

“Por suas chagas, fostes sarados” (I Pedro 2:24). 

“Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53.5).

Castigo que traz paz; pisaduras que saram; benditas contradições!

A Manjedoura tão somente aponta para a CRUZ de Cristo, para sua morte e ressurreição.

Cristo nada teria feito se tivesse apenas nascido “para viver como um de nós”. Ou seja, diferentemente dos outros homens que nascem com o objetivo de viver e lutam até as ultimas forças para não morrer, Ele já nasceu para morrer. Sendo assim, seu nascimento não tem importância primária, é apenas um detalhe para lhe conferir humanidade. Ele tornou-se “um de nós” com o objetivo único de experimentar a morte por nós. Sendo assim, a manjedoura é apenas uma pregação profética da Morte e Ressurreição de Cristo.

Mas, se é assim mesmo, por que então o natal é comemorado por Cristãos no mundo inteiro?

Existe um movimento muito grande no meio protestante reformado, e também da IPB, contra a celebração do natal. Um rápida pesquisa na internet vai demonstrar como esse assunto tem sido debatido.

Esses irmãos que são contra o natal  argumentam que o natal surgiu a partir de uma antiga festa pagã do Egito, onde no dia 25 de dezembro o deus Sol era adorado. Na idade média o Catolicismo Romano trouxe essa festa pagã para dentro do Cristianismo e adaptou-a, substituindo o deus Sol por Cristo, dizem eles. Além disso, continuam, não existe nenhuma ordem nas Escrituras para comemorar o nascimento de Cristo e o próprio Jesus,todos sabem disso, não nasceu realmente no dia 25/12. Outro fato relevante é que os apóstolos jamais comemoraram ou mandaram comemorar o nascimento de Cristo.

Diante disso perguntamos: ESTÁ CORRETO o cristão protestante comemorar o nascimento de Cristo? Qual a posição da IPB sobre essa questão? Os símbolos de fé da IPB falam alguma coisa sobre isso? Vamos fazer uma rápida reflexão sobre esse assunto:

O catecismo maior de Westminster (entre as perguntas 46 a 54) tratando respectivamente sobre o ESTADO DE HUMILHAÇÃO e de EXALTAÇÃO de Cristo, nos dá uma possibilidade de caminho a seguir. Vejamos: pergunta 46: "Qual foi o estado de humilhação de Cristo? Resposta: Foi aquela baixa condição, na qual, [...] Ele tomou a forma de servo em sua CONCEPÇÃO E NASCIMENTO [...]".

Notem: o nascimento de Cristo representa a
HUMILHAÇÃO DE DEUS. Sim, Deus foi, verdadeiramente, HUMILHADO. Isso é para ser comemorado mesmo? Ao comemorarmos isso não estaríamos, antes, zombando de Deus? Expondo-o ao ridículo? Escarnecendo de um Ser que, naquele momento, nasce, inclusive, em situação de extrema calamidade, junto de animais? Obviamente que esse quadro só ocorreu por decisão Soberana Dele, mas isso não diminui sua "vergonha". Exaltar o nascimento de Cristo, não seria querer diminuir e “esvaziar” a glória de Deus, novamente? Perpetuar um momento que "é" para ser esquecido - o momento da HUMILHAÇÃO DE DEUS? Ora, Humilhação é contra a própria natureza de Deus, que tem, infinitamente, mais a ver com EXALTAÇÃO.

Veja agora o que diz a pergunta e resposta de nº 47: "Como se HUMILHOU Cristo na sua concepção e nascimento? Resposta: Cristo humilhou-se na sua CONCEPÇÃO E NASCIMENTO (dá pra acreditar que festejamos esse momento?) em ser, desde toda a eternidade, o Filho de Deus no seio do Pai, quem aprouve, no seu tempo, tornar-se Filho do homem, nascendo de uma mulher de humilde posição com diversas circunstâncias de HUMILHAÇÃO FORA DO COMUM". Comemorar o Natal não seria, em última análise, uma tentativa de HUMILHAR (contrário de exaltar) a Deus, novamente?

Ao lado disso, se não devemos comemorar o Natal (sendo essa a conclusão correta), o que comemorar então? A resposta seria bem simples:
O mesmo que comemoramos na CELEBRAÇÃO DA CEIA, isto é, o estado de EXALTAÇÃO de Deus.

Veja o que diz a pergunta de nº 51: Qual é o estado de EXALTAÇÃO de Cristo? Resposta: O estado de exaltação de Cristo compreende a sua RESSURREIÇÃO, ascensão e o estar assentado à destra do pai e a sua segunda vinda para julgar o mundo".

Notem:  
A aproximação de Deus com o homem (no sentido de tornar-se um de nós) é um estado de HUMILHAÇÃO. A aproximação de Cristo com Seu próprio Trono de Glória, perfazendo o caminho contrário ao de Filipenses 2:6-8, é um estado de EXALTAÇÃO.

Não seria mais prudente EXALTAR o que é para ser EXALTADO - A ressurreição de Cristo, sua ascensão, o fato de estar Ele à destra de Deus e sua volta com PODER e MUITA GLÓRIA?

Em contrapartida, não deveríamos esquecer o dia da HUMILHAÇÃO de Deus (tudo indica que essa tenha sido a postura adotada pelos Apóstolos, que não comemoraram, em nenhum momento, o nascimento de Cristo), sob pena de estarmos RIDICULARIZANDO o ser que deve ser EXALTADO, mas que decidiu, uma única vez, querer experimentar, por nós, a HUMILHAÇÃO?  


Esse é um lado da moeda. Mas,  AFINAL, COMEMORAR OU NÃO COMEMORAR O NATAL? 

Tudo isso que acabamos de argumentar acima, deve nos impulsionar a proibir a celebração do natal em nossas igrejas, sobretudo Igrejas Presbiterianas que adotam os símbolos de fé de Westminster? 


Vamos pensar de forma prática neste assunto. Vejamos algumas considerações importantes. Vejamos o outro lada dessa mesma moeda:

1ª) Em 2009 a IPB se pronunciou, oficialmente, CONTRA esses irmãos que querem proibir a celebração do natal. Então, qualquer tentativa de proibir essa celebração, na IPB, sem ser pelos meios legais, pelos concílios da igreja, será sempre arbitrária e sem legitimidade constitucional. Essa decisão pode mudar? Claro que sim. Contudo, lembramos que a IPB é uma igreja conciliar e ninguém tem o direito de querer mudar as coisas somente porque discorda delas, tendo já sido matéria de discussão e decisão nos concílios competentes. Quer mudar? Tem todo direito, mas deve fazer isso emitindo documento ao conselho da igreja que o remeterá às instâncias imediatamente superiores, sempre acompanhando as razões que o levaram a pleitear a mudança.

2ª) HOUVE ALEGRIA E COMEMORAÇÃO NO NASCIMENTO DE CRISTO:

Os evangelhos, no relato da cena do nascimento de Jesus,  nos mostram que houve alegria,  comemoração,  louvor e adoração na cena do nascimento de Cristo. Isso é indiscutível:

“O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (Lc 2:10).

“E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo:   Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem (Lc 2:13,14).

“Voltaram, então, os pastores glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes fora anunciado” (LC 2:20).

“Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus” (Lc 2:28).

“Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra” (Mt 2:11).

Evidentemente que a alegria é pela vinda do “salvador” e isso aponta, inegavelmente, para a cruz. Contudo, por outro lado, não dá para desprezar o fato de que todos eses textos citados acima relatam momentos de euforia pelo nascimento do messias. Não vemos tristeza, silêncio ou mesmo a  indiferença que muitos advogam hoje, em relação ao natal. Foi, de fato, um dia extremamente feliz, de "grande alegria". E por qual motivo? Pelo nascimento do menino-Deus. 


Se não houve comemoração pelo nascimento de Jesus, como relatam os evangelhos, não sei mais o que é uma comemoração!


Logo, isso pode ser um indício de que pode NÃO SER errado alegrar-se com o nascimento de Jesus, bem como relembrá-lo ou comemorá-lo. Podemos, inclusive, aproveitar a oportunidade para, via manjedoura, anunciar a cruz de Cristo. Será que realmente devemos perder tamanha oportunidade?

Se formos lembrar,  comemorar, louvar e adoração a Deus com cânticos pelo nascimento de Jesus, se formos comemorar o que convencionou-se chamar de natal, devemos URGENTEMENTE nos afastar de tudo que ofusca e desvie a atenção da manjedoura, do próprio Cristo e da sua cruz.  ENSINE PARA AS PESSOAS O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL, que aponta para a cruz de Cristo. Fica algumas dicas:


a) Não promova, não incentive, não iluda seus filhos e demais crianças com a história de papai Noel. Pelo contrário, ensine às crianças, desde cedo, que ele não existe ou mesmo ensine a macabra história de sua origem como pedófilo, conforme registrado na enciclopédia Britânica. Contribua para apagar completamente a figura do nada bom velhinho.

b) Não tenha, não compre, não enfeite, não ajude ninguém a ter árvore de Natal, guirlanda ou qualquer  outro
símbolo supostamente atribuído ao nascimento de Jesus, não tendo, obviamente, nenhuma  relação com  esse 
bendito acontecimento.

c) Foque na mensagem de esperança de salvação que o nascimento de Jesus proporcionou às pessoas de sua 
época e ainda proporciona hoje.