sexta-feira, 24 de julho de 2015

A MEDIAÇÃO DE CRISTO E A INTERCESSÃO DO ESPÍRITO SANTO EM NOSSOS ORAÇÕES


A mediação de Cristo nos permite entrar ousadamente na presença de Deus, em oração, à semelhança do que fazia o sacerdote, do VT. Porém, uma vez diante Dele, "não sabemos orar como convém". Por isso, necessitamos da intercessão do Espírito Santo, que filtra nossas petições transformando-as em petições aceitáveis, em sintonia com a vontade de Deus. A qualidade de nossas petições, antes dessa intercessão bendita, é tão ruim e tão distantes da vontade de Deus que se Ele nos atendesse seria, isso, nossa completa destruição. A qualidade de nossas orações, antes dessa intercessão, pode ser comparada a água captada de um rio poluidíssimo, absolutamente imprópria para o consumo, com grande potencial letal, enquanto que o trabalho intercessório do Espírito Santo poderia ser comparado ao processo de despoluição dessa água, como ocorre nas estações de tratamento de água, tornando-a límpida e apropriada para o consumo. Contudo, devido ao péssimo estado inicial de nossas petições, esse é um trabalho custoso, intenso, dramático. Por isso mesmo o Espírito Santo intercede por nós "com gemidos inexprimíveis". Portanto, nenhuma oração será considerada aceitável se o suplicante não contar com a mediação de Cristo e com a intercessão do Espírito Santo.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

8º MANDAMENTO: O MANDAMENTO QUE NOS OBRIGA A UMA VIDA DE HONESTIDADE


TEXTO BÁSICO: LUCAS 19:1-10

INTRODUÇÃO:
Conta-se que um sapateiro, ao se converter,  teria perguntado Lutero: “o que devo fazer agora”? Lutero teria respondido: “Faça o melhor sapato que puder e venda-o por um preço justo”.

Lutero estava ensinando àquele sapateiro que ele agora tinha “um nome a zelar”: o do Senhor Jesus Cristo. portanto, não podia ser apanhado em uma situação de desonestidade ou de tirar vantagem em cima das pessoas, para benefício próprio.

O próprio Lutero, que estava ensinando esse preceito bíblico da honestidade, tinha esse modelo de vida muito bem claro em sua  mente, em seu coração. Essa também era uma preocupação e uma realidade na vida de Calvino. Veja o que um ateu falou deles, do trabalho e da influência deles:

“O efeito da Reforma foi o de aumentar em si mesmo, se comparado à atitude católica, e aumentar de forma poderosamente a ênfase moral e a sanção religiosa em relação ao trabalho secular organizado no âmbito da vocação” (WEBER, 2002. p.128). 

“O Deus de Calvino exigia de seus crentes não boas ações isoladas, mas uma vida de boas ações combinadas em um sistema unificado” (WEBER, 2002. p.91).

Vida reta, honestidade. Não fraudar, não roubar, não querer tirar vantagem das outras pessoas em benefício próprio. Esse  preceitos eram perseguidos por Lutero, Calvino, pelos puritanos e tantos outros servos de Deus.

“Coube aos puritanos, que se consideravam eleitos, viver a santificação da vida cotidiana. Pois o caráter sectário – a consciência de ser minoria e a motivação de ser eleito de Deus – fazia de cada membro dessas comunidades não mero adepto do rebanho mas, mas um vocacionado que se dedicava simultaneamente ao aprimoramento ético, intelectual e profissional” (WEBER, 2002. p.21).

Mas esse é um tema que tem sido esquecido pelos crentes hoje em dia. Há quem diga “que não faz negócio com crente”. A bancada evangélica é uma vergonha. Os caras desviam dinheiro, roubam e ainda oram ao senhor agradecendo pelo dinheiro sujo, como foi noticiado há uns dois anos atrás.

Aí você diz “é um absurdo mesmo”.

E as filas que fura? E a balança enganosa? E os desvios de conduta? E as declarações falsas e ou mentirosas que você pede pra alguém fazer para beneficiá-lo, de alguma forma? E a compra do ingresso do cinema usando a carteira de estudante de outra pessoa, para pagar mais barato? E o suborno que, crente, dá ao policial igualmente corrupto para livrar-se de uma multa? E os macacos que você, crente, tem em sua energia, para pagar menos? E o jacaré, na água?


ELUCIDAÇÃO:

O texto que lemos, também trata desse mesmo assunto; acerca da honestidade que os servos de Deus precisam nutrir em suas vidas, a fim de glorificarem ao nome do Senhor.

Em sua passagem por Jericó Jesus viu um homem em cima de uma árvore e resolveu que iria ficar hospedado em sua casa (v.5)
Essa simples atitude de Jesus gerou certa insatisfação entre os que presenciaram o fato. O texto de diz que “todos murmuraram” (v.7).

Esse homem era Zaqueu. Um dos personagens bíblicos mais conhecidos, por conta daquela música que nunca mais sairá da nossa cabeça. Ele era um Publicano. Mas não um simples Publicano; ele era o “maioral dos Publicanos”, isto é, ele era o “chefe dos agentes de cobrança locais”.  

Isso explica o motivo da “murmuração de todos”

Só pra entendermos bem essa questão:

a) Os Publicanos eram judeus a serviço do império Romano. Em vários textos da Bíblia essas pessoas eram comparadas aos piores tipos de gente: “Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?” (Mateus 5.46). Observe como os publicanos são vistos com negatividade.

b) As pessoas viam os publicanos  uma espécie de traidores, pois trabalhavam para o império Romano, que as dominava com violência.

c) Eles cobravam  impostos abusivos, trazendo muitas dificuldades aos Judeus. Isso revoltava o povo trabalhador.

d) Por fim,  a maioria dos publicanos eram corruptos, cobrando além do que era taxado pelo império. Com isso, muitos publicanos enriqueciam explorando seu próprio povo e atraindo o ódio deles para si.


Mas o v.9 nos dá uma informação importante: Zaqueu é convertido a Deus; a graça eficaz de Deus o alcançou.

Tocado pelo Espírito Santo, Zaqueu logo identificou que NÃO PODIA CONTINUAR FAZENDO O QUE SEMPRE FEZ EM SUA VIDA. Ele entendeu que suas PRÁTICAS desonestas eram absolutamente INCOMATÍVEIS com sua nova vida. Ele resolve então, constrangido pela LEI MORAL de Deus, gravada no seu coração e no coração de todos os homens, por isso todos sabem quando SÃO DESONESTOS; QUANDO BURLAM; QUANDO FRAUDAM; QUANDO ROUBAM, que estão fazendo algo errado, RESOLVE mudar completamente suas práticas. Vejamos:

Ler V.8

Zaqueu resolveu não mais DESOBEDECER aos princípios estabelecidos na palavra de Deus; em sua LEI MORAL, especificamente no 8º mandamento, que é “NÃO FURTARÁS”.

Quero pensar sobre esses princípios, juntamente com todos. Quero falar sobre:

TEMA: Os princípios da LEI MORAL, do 8º MANDAMENTO, que nos obrigam a viver uma vida de HONESTIDADE.

O CATECISMO MAIOR DE WESTMINSTER, na pergunta  99, trata sobre algumas regras que devem ser entendidas para a boa compreensão da LEI MORAL de Deus. A 4ª regra ensina o seguinte:

Que onde um dever é prescrito, o pecado contrário é proibido; e onde um pecado é proibido, o dever contrário é prescrito”.

Dentro dessa perspectiva analisaremos, seguindo a orientação dessa boa regra de compreensão da LEI MORAL de Deus:

1ª) Os DEVERES EXIGIDOS NO 8º MANDAMENTO:

141. Quais são os deveres exigidos no oitavo mandamento? 
Os deveres exigidos no oitavo mandamento são: a verdade, a fidelidade e a justiça nos contratos e no comércio entre os homens, dando a cada um o que lhe é devido, a restituição de bens ilicitamente tirados de seus legítimos donos; a doação e a concessão de empréstimo, livremente, conforme as nossas forças e as necessidades de outrem; a moderação de nossos juízos, vontades e afetos, em relação às riquezas deste mundo; o cuidado e empenho providentes em adquirir, guardar, usar e distribuir aquelas coisas que são necessárias e convenientes para o sustento de nossa natureza, e que condizem com a nossa condição; o meio lícito de vida e a diligência no mesmo; a frugalidade; o impedimento de demandas forenses desnecessárias e fianças, ou outros compromissos semelhantes; e o esforço por todos os modos justos e lícitos para adquirir, preservar e adiantar a riqueza e o estado exterior, tanto de outros como o nosso próprio. 
Êx23:4,5;Lv6:4,5;25:25;Dt15:7,8,10;22:1-4;Sl 15:2,4; Pv 6:1-5;10:4;11:15;12:27;21:20;27:23,24; Mq 6:8; Zc 8:16; Lc 6:30,38; Jo 6:12; Rm 12:5-8,11;13:7; I Co 6:7; Gl 6:10; Ef 4:28; Fp 2:4; I Tm 5:8;6:8,9,17,18.

2º) OS PECADOS PROIBIDOS NO 8º MANDAMENTO

142. Quais são os pecados proibidos no oitavo mandamento? 
Os pecados proibidos no oitavo mandamento, além da negligência dos deveres exigidos, são: o furto, o roubo, o tráfico de seres humanos e a recepção de qualquer coisa furtada; as transações fraudulentas e os pesos e medidas falsos; a remoção de marcos de propriedade, a injustiça e a infidelidade em contratos entre os homens ou em questões de confiabilidade; a opressão, a extorsão, a usura, o suborno, as vexatórias demandas forenses, o cerco injusto de propriedades e a desapropriação; a acumulação de gêneros para encarecer o preço; os meios ilícitos de vida, e todos os outros modos injustos e pecaminosos de tirar ou de reter de nosso próximo aquilo que lhe pertence, ou de nos enriquecer a nós mesmos; a cobiça, a estima e o amor desordenado aos bens mundanos, a desconfiança, a preocupação excessiva e o empenho em obtê-los, guardá-los e usar deles; a inveja diante da prosperidade de outrem; assim como a ociosidade, a prodigalidade, o jogo dissipador e todos os outros modos pelos quais indevidamente prejudicamos o nosso próprio estado exterior; e o ato de defraudar a nós mesmos do devido uso e conforto da posição em que Deus nos colocou. Êx21:16;Lv25:17;Dt12:7;16:14;19:14;Is5:8;33:15;Sl37:21;50:18;62:10;73:3;Pv1:19;3:30;11:1,26;18:9;20:10;21:6,17;23:5,20,21;29:19;29:24;Ez2:12,29;Am 8:5;Mq 2:2;Mt 6:25,34;23:25;Lc 12:15;16:11,12;At 19:19;I Co 6:7;I Jo 2:15,16;3:17; Tg 2:15,16;5:4,9; Ef 4:28; I Tm 1:10;I Ts 4:6; II Ts 3:11.

CONCLUSÃO:


Devemos ter a mesma atitude positiva que teve Zaqueu de modificar sua vida; de parar de roubar; parar de ser desonesto. Uma vida que contemple as exigências e as proibições do oitavo mandamento.  

sábado, 4 de julho de 2015

SOFISMAS PARA A NÃO REDUÇÃO DA MAIORIDADE CIVIL

Encontre com eles e continue sendo contra a Redução da Maioridade Penal, se puder!

Antes de qualquer coisa, vamos ver o vídeo abaixo. Ele nos ajudará a sentir de forma mais aproximada o problema que trataremos em seguida:


Apresentaremos, também, alguns argumentos que corroboram com a ideia pró-redução da maioridade. Contudo, nosso principal foco será apresentar os argumentos que geralmente são utilizados por aqueles que são contra a Redução da Maioridade Civil. Para esses casos, nossa intenção é desmistificar cada um deles e demonstrar o quanto são falaciosos e embebecidos por sofismas. 

1- DO ARGUMENTO DA  CONSTITUCIONALIDADE DA PEC 171/93:

19/08/1993: PLENÁRIO ( PLEN ) APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA DE EMENDA A CONSTITUIÇÃO PELO DEP BENEDITO DOMINGOS. DCN1 20 08 93 16791 COL 01. 

31/03/2015: PLENÁRIO ( PLEN ): Aprovada a admissibilidade da PEC 171, de 1993, que "altera a redação do art. 228 da Constituição Federal (imputabilidade penal do maior de dezesseis anos)“. Foram 42 votos a favor e 17 contra e dos seus apensados. 

No exame da admissibilidade, a CCJ analisa a constitucionalidade, a legalidade e a técnica legislativa da PEC. 

2- DO ARGUMENTO DO EXEMPLO:

Um levantamento de 2009 da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) feito em 54 países apresentou uma grande variação da maioridade penal, que oscila entre os 12 e 21 anos no mundo (Uol Internacional, 17/04/2015);

Em 2010, a  Dinamarca baixou de 15 para 14 anos e em 2014 alguns políticos propuseram uma queda para 12; Estados Unidos adota a maioridade penal para jovens de 12; Canadá: 14 anos;  Portugal: 16 anos; Suécia: 15 anos; Rússia: 14 anos; Suíça: 15 anos; Cuba: 16 anos.

Do Grupo dos 7 países mais industrializados e desenvolvidos do mundo e com características semelhantes às do Brasil, inclusive em relação a taxas de criminalidades, apenas o Brasil fixa em 18 anos a idade que um jovem pode ser julgado como adulto ((Sete mitos sobre a maioridade penal – e o caminho para um debate racional – Disponível em: < http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/sete-mitos-sobre-a-maioridade-penal-e-o-caminho-para-um-debate-racional>).

3- DO ARGUMENTO DA VONTADE POPULAR:

Um levantamento realizado pelo Datafolha, instituto de pesquisa do Grupo Folha, apontou que 87% dos brasileiros são a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos (EXAME.com).

4- DO ARGUMENTO SOFISTA DA AUSÊNCIA DO ESTADO E DA POBREZA:


Este é o Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. A população do Complexo do Alemão passa dos 300 mil habitantes. Todos eles sofrem igualmente pela ausência do Estado. Mas, apenas alguns poucos enveredam pelo caminho mais fácil – o do Crime. Se o argumento da ausência do Estado estivesse correto, teríamos,  só no complexo do Alemão, mais de 300 mil bandidos.

5- DO ARGUMENTO SOFISTA DA PRECARIEDADE DA EDUCAÇÃO: 

Resumidamente esse argumento defende o seguinte: os menores infratores entram no mundo do crime por conta da ausência do Estado, que não cumpre seus deveres constitucionais, dentre eles o de promoção da Educação. A equação é simples de entender: "Menos educação = Envolvimento de menores com o mundo do crime". Parece ser um argumento irrefutável. Mas, será que ele resistiria ao processo de “falseamento”, como ensinou Popper, dos dados estatísticos da Educação? Vejamos:

a) ANÁLISE DE DADOS - 20 ANOS. Observe os dados abaixo:


Já descontando a questão do aumento da população, responda: A criminalidade juvenil é maior hoje ou a 20 anos atrás? Pouco provável que alguém consciente aponte para o passado. 

Muito bem, nos dados estatísticos acima, que trabalham os índices de analfabetismo no Brasil de 20 anos atrás e considerando a resposta da maioria consciente à última pergunta, fica evidente que não há relação determinante entre analfabetismo, que é uma tradução da não promoção da educação pelo Estado, com o envolvimento de jovens e adolescentes com o mundo do crime. Caso contrário, seríamos obrigados a reconhecer uma diminuição no número percentual de jovens e adolescentes envolvidos com o crime, em relação a 1996, o que absolutamente não podemos, de forma coerente, fazer. Se essa relação fosse absolutamente verdadeira, teríamos mais jovens e adolescentes envolvidos com a criminalidade em 1996, quando o índice de analfabetismo era de 14,6%, que hoje, quando o índice de analfabetismo caiu vertiginosamente para 8,5%, até 2012. 

Portanto equação "Menos educação = Envolvimento de menores com o mundo do crime" é falsa. Ou seja, não existe essa suposta relação determinante.

b) ANÁLISE DE DADOS - 75 ANOS. Agora observe os dados a seguir:



Novamente, já descontando a questão do aumento da população, responda: A criminalidade juvenil é maior hoje ou a 75 anos atrás? Se com 14,6% de 1996 já seria pouco provável que alguém consciente apontasse para o passado, imagine então com um índice de 56% de analfabetos, no Brasil de 1940. 

Se a equação "Menos educação = Envolvimento de menores com o mundo do crime", fosse absolutamente verdadeira e determinante implicaria em dizer que em 1940 mais de metade da população brasileira, 56%, e, portanto, a quase totalidade dos jovens e adolescentes, era constituída de marginais.

6- DO ARGUMENTO SOFISTA DO PERCENTUAL IRRELEVANTE DA CRIMINALIDADE JUVENIL

Os contrários à redução da maioridade penal argumentam que menos de 1% dos crimes são cometidos por menos e esse percentual cai mais ainda em relação a crimes de mortes. Mas, e daí? Cometeu crime tem que ser punido, Independentemente da idade, levando-se sempre, claro, a questão da “imputabilidade real”, não necessariamente a legal, em consideração.


A “senhora justiça” deve ser “Cega”, com se propõe, para promover a justiça. Deve fazer isso sem  pedir a certidão de nascimento do criminoso, pois os danos causados pelos menores são exatamente os mesmos causados pelos maiores. Não punir um crime com a proporcionalidade da pena devida é não promover a justiça. Crimes são crimes. Contra eles, o rigor da lei ou ainda leis mais rigorosas.

7- DO ARGUMENTO SOFISTA DE QUE REDUZIR A MAIORIDADE PENAL NÃO REDUZ A CRIMINALIDADE


a) Mas quem foi que disse que Reduzir a criminalidade é o objetivo principal de Punir o Criminoso?

b) O  Objetivo principal de punir de forma vigorosa o criminoso é, antes, o de PROMOVER A JUSTIÇA aos VITIMADOS;

c) A impunidade aumenta a criminalidade. A punição, reduz a criminalidade. No Japão, por exemplo, o rigor na punição de crimes de corrupção tem contribuído para um percentual extremamente baixo desse tipo de crime. Isso é fato, embora não seja o objetivo principal da punição.

d) Pergunte sobre o percentual de tráfico de drogas na Indonésia.

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