quinta-feira, 19 de maio de 2011

A PODEROSA FÉ DOS PENTECOSTAIS E A INCREDULIDADE DOS TRADICIONAIS

Não posso deixar de admirar a fé dos Pentecostais. Eles conseguem acreditar em coisas inacreditáveis. Afinal, não é esse o pressuposto da fé? Isso é admirável. Fé pujante, eu diria. Acima de qualquer poder limitador. Ao contrário disso, muitos que fazem parte de uma igreja proveniente da Reforma Protestante (ao contrário do que muitos pensam, nem todas as igrejas evangélicas têem sua origem na Reforma do século XVI, antes, pelo contrário, fazem parte de um movimento completamente outro, completamente novo e não têm nada a ver com Lutero, Calvino e Cia Ltda), também chamadas de "Igrejas Históricas" (muito embora esse termo não seja muito correto, pois todas são "históricas"), só sabem criticar os Pentecostais. Mas isso nada mais é que inveja da fé que possuem. Isso mesmo. Inveja de fé. Jamais terão uma fé como a deles.

No vídeo abaixo, por exemplo, isso fica absolutamente claro. Só mesmo quem é dotado de uma fé ilimitada pode crer nisso. "Pena" (literalmente) que os tradicionais não podem desfrutar desse sentimento quase extasiante. Sua fé é do tamanho de um grão de mostarda, apenas. Absolutamente minúscula. Jamais terão a fé que os Pentecostais têem.


É claro que alguns Pentecostais, contaminados por algum pensamento da Reforma Protestante, tendo já sua fé diminuída, ao ver o vídeo acima, certamente dirá: "isso é meninice". Mas, com base em que afirmas que a revelação que o irmão teve não procede? O que a faz diferente das tantas outras revelações que você aceita como sendo de Deus? Ora, não seja incrédulo, seja Pentecostal. A base dessa revelação demonstrada no vídeo é exatamente a mesma de todas as outras. E sabe o que é bom nisso tudo? Sabe o que deixa os tradicionais furiosos? É que mesmo não tendo como provar pelas Escrituras se a dita cuja revelação procede ou não ainda assim os Pentecostais continuam crendo. Isso é realmente incrível! Que fé inacreditável! É assim que é: uns "fé-de-mais", outros, para alívio de todos,  "fé-de-menos"!

terça-feira, 17 de maio de 2011

O DEUS DOS ARMINIANOS DEIXA O HOMEM QUE PENSA CONFUSO






ALGUM CALVINISTA PODERIA AJUDAR NOSSO AMIGO DO VÍDEO QUE FOI CONFUNDIDO PELA TEOLOGIA ARMINIANA QUE DESPREZA A SOBERANIA DE DEUS?

OBS: Pretendo colocar os comentários mais esclarecedores na postagem. Portanto, por favor Calvinistas, ajudem esse "homem que pensa" e que está confuso por causa da doutrina Arminiana. Mas não podemos negar: há Arminianos que não ficam confusos por causa de sua doutrina. Logo, devemos concluir que não pensam? Bom, mas o importante mesmo é ajudar nosso amigo do vídeo.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

OS VERDADEIROS CULPADOS PELA PL 122


Essa análise que passaremos a fazer não é fruto de pesquisas nem de leituras mais abalizadas sobre o assunto. São apenas livres  reflexões. Sendo assim, fiquem absolutamente à vontade para corrigi-las. Sinceramente, espero que façam isso. Espero realmente ser convencido que estou completamente equivocado.

Vocês lembram quando a Igreja Católica Romana era a Religião oficial do estado Brasileiro? Isso mudou, na prática, muito recentemente. De fato e definitivamente apenas na Constituição de 1988, pois nas constituições anteriores isso ficou restrito à letra e ao papel. A partir daí o Brasil passa a ser, oficialmente, de fato e não apenas de direito,  um país laico, isto é, sem uma religião oficial (muito embora o catolicismo ainda tenha muita força política). Isso foi muito importante para os evangélicos. De certa forma, essa mudança criou um ambiente favorável para o crescimento das igrejas evangélicas. É claro que isso trouxe muitos avanços para nosso país. Mas, será que contabilizamos só avanços?   

Vocês concordam que no período em que a Igreja Católica “mandava no pedaço” muitos assuntos que visitam constantemente as páginas dos principais jornais sequer eram mencionados? Aprovar união homoafetiva? Isso nem mesmo tinha espaço no pensamento do mais otimista dos gay’s. E ai do Ministro que aprovasse uma coisa dessas. Seria, certamente, excomungado. Descriminalização do aborto? Sacrilégio total. Olhe lá se não rolasse uma fogueirinha para quem defendesse esse absurdo. A Igreja Católica sempre foi muito radical nesses assuntos. Próprio de uma igreja medieval não é mesmo?  

A Igreja Católica entendia que a principal (talvez a única?) função do sexo era a procriação, o que não quer dizer, necessariamente,  que era contra o prazer. Por entender o sexo dessa forma, sempre foi contra também a métodos contraceptivos, como as pílulas e ao uso da camisinha. Vieram os crentes com uma idéia mais moderna e disseram que isso não tinha nada a ver e que era um pensamento retrógrado. Que o sexo é uma instância de prazer mesmo e que não há nenhum problema em usar camisinha e pílulas contraceptivas e ainda assim praticar sexo apenas e para o puro prazer, contanto que dentro do casamento.

Isso simplesmente muda a forma de entender o sexo. Muda-se a teoria, muda-se a prática. Claro, não podemos negar:  isso tem o seu lado positivo. Mas, essa é uma moeda que tem apenas um lado? Só existe o lado positivo? A procriação, que só é possível entre um macho e uma fêmea, obrigatoriamente casados, segundo os estatutos da Igreja Católica Romana, deixa de ser o motivo basilar da prática sexual. A ênfase passa a ser, desde então, o prazer e não mais a procriação, como queria a "retrógrada" Igreja Católica Romana. 

Será que isso não abriu um precedente para a argumentação em favor da relação homossexual? Se o que existe de mais importante no sexo é o prazer e não mais a procriação,  está posto o ambiente favorável à prática sexual entre pessoas do mesmo sexo. Daí para uma pretensa equiparação com casais heterossexuais é apenas um breve pulo e até uma questão de justiça lógica. Afinal, ambos buscam do sexo, essencialmente, o prazer. Não parece óbvio?

Já viu algum padre, mesmo os de hoje, recomendando o uso de preservativo, mesmo para casais casados? Não né? E pastor? Claro, que sim. Eles mesmos fazem uso desse recurso, porque entendem que no sexo, com suas esposas, o que importa mesmo é o prazer.

Será que esse apoio irrestrito, dos evangélicos, ao uso da camisinha não gerou, indireta e sem essa intenção, na sociedade, a idéia de que o que realmente importa é se proteger e não o objetivo de Deus quando abençoou o ser humano com o desejo sexual?

O que não dizer da revolução trazida pelo anticoncepcional? Nesse quesito, diferentemente dos Católicos praticantes e dos estatutos dessa igreja, o apoio dos evangélicos é total e irrestrito ao uso desse “método de controle familiar”. 

Será que esse apoio não ajudou a divulgar, por tabela, a idéia do sexo livre?

Será que essa idéia de “barrar” a concepção não influenciou, de algum modo, a possibilidade do aborto como forma de “barrar” a geração natural de filhos e como um passo mais adiante a idéia de descriminalizar tal prática? Ora, se pode “barrar” antes se pode “barrar” depois, já que o objetivo, tanto em um caso como no outro, será atingido: a não existência de filhos.

Já viram algum padre assumindo que é gay e continuar na igreja Católica como Sacerdote? E pastor? E oficial de igreja evangélica? Já existe até igreja evangélica especializada para gay’s com pastores gay’s. Existe isso no Catolicismo Romano? Recentemente a PCUSA, importante igreja evangélica dos Estados Unidos, aprovou, oficialmente, a ordenação de pastores e oficiais gay’s. Já viram alguma “padra”? Não, as freiras não possuem as mesmas prerrogativas de um sacerdote católico. Hoje em dia o que mais existe é pastora, bispas e até apóstolas.

Por tudo isso, parece claro que os evangélicos, implícita e não intencionalmente, ao assumirem posturas consideradas mais “modernas” , em última análise, criaram a base para a construção de idéias mais “avançadas” ainda,  acabando, assim, por apontar os nortes que a sociedade brasileira deveria tomar
Hoje os evangélicos lutam “com a faca nos dentes” (veja o vídeo abaixo) contra a aprovação de leis que ajudaram, inconscientemente, a criar. Isso mesmo. Os evangélicos lançaram os alicerces; as bases propícias a essas novas construções. Encarregaram-se, sem querer e sem saber, de criar um ambiente favorável (apenas o ambiente) à proliferação de “novas e avançadas” idéias, como a da união homoafetiva e da descriminalização do aborto, por exemplo.  Nesse caso, é verdadeiro o dito popular: “criaram cobras para mordê-los”.
Se pudéssemos culpar uma religião pela União Homoafetiva e pela descriminação do aborto, deveríamos culpar a Igreja Católica ou as Igrejas evangélicas? Se sua resposta foi Igreja Católica, releia com mais calma essa postagem.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

E O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ESTAVA CERTO: UMA ANÁLISE CRÍTICA DO EVANGELICALISMO BRASILEIRO E SUAS RELAÇÕES COM O ESTADO E COM OS DIREITOS DAS MINORIAS, REPRESENTADA PELOS HOMOSSEXUAIS.



Supremo Tribunal Federal- STF, em decisão histórica, reconhece definitivamente o que está sendo convencionalmente  chamado de “União Homoafetiva”. Na prática, isso nada mais é que o reconhecimento oficial do Estado de algo que sempre existiu. É o reconhecimento de mais um “modelo de família ou entidade familiar”, que apenas não era reconhecido de direito, apesar de existir de fato. Esse “modelo de família ou de entidade familiar” (antigo e não novo) agora figurará ao lado dos outros modelos já oficialmente reconhecidos pela constituição brasileira:  “a família convencional formada com o casamento, a família decorrente da união estável e a família formada, por exemplo, pela mãe solteira e seus filhos” (http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28634053).

Essa decisão do STF  não foi motivada pela alardeada PL 122 e sim pela “Ação Direta de Inconstitucionalidade”  (ADI) 4277 e pela  “Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental” (ADPF) 132 e 178.  E pensar que todo mundo só se preocupava com a tal da PL.

“A ação buscou a declaração de reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Pediu, também, que os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis fossem estendidos aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo”.

“Pela decisão do Supremo, os homossexuais passam a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, ter acesso à herança de seu companheiro em caso de morte, podem ser incluídos como dependentes nos planos de saúde, poderão adotar filhos e registrá-los em seus nomes, dentre outros direitos ( http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28634053).


E agora igreja? Qual a postura da igreja de Cristo diante dessa  nova e histórica decisão do STF?

Vejo muitos cristãos e muitos blogs cristãos agindo como se essa decisão do STF  fosse algo terrível, trágico e que põe em xeque o cristianismo e a influência que exerce no estabelecimento dos padrões morais da nação. Parece até que o Estado brasileiro tornou-se mais incrédulo  com essa decisão; parece até que essa decisão tem o poder de afastar mais o Brasil de Deus.

Toda essa choradeira da “crentaiada” é produzida pelo mais puro fermento dos fariseus.

A maioria dos Cristãos fecham os olhos e fingem que esse tipo de união já não existia, mesmo sabendo que sempre existiu. Algo do tipo “o que os olhos não vêem o coração não sente”. Jesus costumava pegar pesado com esse tipo de atitude leviana.


Não vejo ninguém lamentando profundamente a existência de milhares de “casais” homossexuais vivendo há 1, 2 , 10, 20 anos, em uma relação prá lá de afetiva. Ou seja, os crentes sabem que existe,  conhecem pessoas que vivem assim, convivem pacificamente com esse tipo de “prática pecaminosa” e só abrem a boca pra “berrar” quando o Estado resolve fazer o seu papel e reconhecer oficialmente algo que já existe?

Ora senhores, não foi o STF que inventou esse modelo de “entidade familiar”, ele sempre existiu. O STF apenas resolveu acabar com algumas injustiças sofridas por esse grupo de brasileiros que possuem os mesmos deveres,  mas não possuíam os mesmos direitos dos outros brasileiros.

Devemos buscar a justiça em toda e qualquer ocasião. O que tem de injusto ou errado com o que os gay’s passarão a ter direito com essa decisão do STF?

A decisão do STF está errada? Penso que não. A prática do homossexualismo é pecaminosa, a decisão do Supremo Tribunal Federal não.  Não deveriam eles ter direito a pensão alimentícia mesmo tendo se dedicado como uma “Amélia” ao companheiro que lhe trocou por um “boyzinho” mais novo? Não deveriam eles ter direito à herança de seus companheiros com quem lutou e viveu durante anos? Deveria essa herança ir para muitos familiares que sempre o repudiaram e sequer lhes dirigiam a palavra só porque  são heterossexuais? Deveriam eles sucumbir nas trágicas filas dos hospitais públicos quando seus companheiros querem pagar e lhes prestar uma assistência melhor?

Quero deixar claro que, como protestante Reformado, repito, considero a prática do homossexualismo um pecado, porque a bíblia assim considera. Contudo, não posso negar que esses direitos lhes são legítimos, excetuando-se, apenas, na nossa opinião, a questão da adoção de filhos, pois entendemos que essa é uma relação que abdica desse direito, por razões obvias.

Não estaria o STF compactuando então com o pecado? O grande problema é esse. Queremos que o STF julgue como se fosse um tribunal eclesiástico. Queremos que nossos legisladores façam leis para coibir o pecado, mas isso não é função deles. Queremos que o presidente ou a presidenta da República governe a nação como se estivesse governando uma igreja. O Brasil é um país laico. Os Três Poderes da União devem governar, proteger e promover a justiça igualmente para crentes e gay's. Larguem mão de querer implantar aqui uma teocracia. Os grandes Reformadores sempre pregaram uma clara distinção entre Estado e Igreja.

Fazer o que deveria fazer muito “crente” não quer, não é verdade? Ou seja, participar ativamente da vida política brasileira (aqueles que têm condições vocacionais, obviamente). Os poucos que se auto-intitulam habilitados para isso o fazem por motivos espúrios e entram na política para enriquecer, para ajudar a pintar igreja, a fazer seus muros de arrimos, alugar carro de som para eventos evangélicos e outras coisas que, definitivamente, não são função de um político sério. A bancada evangélica brasileira é uma vergonha, com raríssimas exceções. Mas isso é reflexo do evangelicalismo norteador de 90% das igrejas evangélicas brasileiras. São safados na igreja e com a igreja.  Como poderíamos esperar que fossem diferentes na política? Não se parecem nem de longe com os Puritanos Calvinistas do século XVII, que colocaram suas mentes brilhantes, temor a Deus  e vida pautada na ética, na moral e no respeito aos homens à disposição para a construção de uma nação próspera e com auto nível de justiça social, como ocorreu na Inglaterra, por exemplo.

O Estado tem mais é que reconhecer os direitos de todos os brasileiros, inclusive dos brasileiros gay’s.

Sabe qual é o real problema aqui? As igrejas deixaram de pregar sobre pecado. Não que a pregação do genuíno evangelho fosse evitar, necessariamente, que muitos optassem pelo caminho da homossexualidade, mas, certamente,  não o fariam com essa louca sensação de normalidade que fazem. Optariam, ainda, é verdade, pelo homossexualismo, dando vazão "à sua disposição mental reprovável",  mesmo tendo a consciência de seu pecado, porém a Igreja não levaria sobre si a culpa da omissão e já aí teria cumprido seu papel de profeta de Deus.  Dos púlpitos emergem, a cada dia, novas heresias. Até mesmo as heresias de hoje são piores que as heresias de antigamente. Antes viam à tona por erros doutrinários, por interpretações equivocadas, por falta de conhecimento dos intérpretes, hoje elas surgem por esperteza;  são pensadas, milimetricamente calculadas para enriquecer os milhares de “lobos roubadores” que ministram nas inúmeras igrejas cuja existência se justifica apenas como forma de enriquecer incompetentes e preguiçosos que, como verdadeiros travestis, vestem as “roupas” das ovelhas que, definitivamente, não lhes ficam bem.

Muitas igrejas e muitos pastores não fazem o seu papel de pregar o genuíno evangelho e agora querem que o STF converta os homossexuais? Não pensem vocês que é por amor às suas almas, e, sim,  para roubar-lhes o dinheiro. Afinal, dinheiro de gay e dinheiro de hetero é tudo a mesma coisa; compram os mesmos jatinhos e os mesmos helicópteros.

Observação: Quem prega o genuíno evangelho de Cristo e não esse evangelho mequetrefe e água com açúcar da semeadura de prosperidade pregado hoje em dia, em muitas igrejas e na  mídia, sinta-se isento dessa crítica.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O QUE SIGNIFICA COMEMORAR A MORTE DE OSAMA BIN LADEM?


Em meio à bombástica notícia da morte do terrorista mais procurado do mundo  – Osama Bin Laden -,  algo realmente chamou nossa atenção:  a comemoração espontânea do povo americano pela morte desse homem. Observe no vídeo abaixo:



Mas, não é estranho comemorar a morte de alguém?

Em se tratando de um assassino sanguinário não. Absolutamente não! Muitíssimo pelo contrário: é um sentimento legítimo, sobretudo partindo daqueles que foram vitimados por sua loucura e desprezo pela vida. Na verdade, sua morte soltou “o grito que estava preso na garganta” durante longos e tenebrosos dez anos. Soltou o sorriso misturado com saudade de quem sente, finalmente, o princípio de justiça sendo absolutamente satisfeito.

Não, nós não devemos criticar os americanos por essa comemoração. Muitos deles - pais, mães, filhos e filhas -, tiveram suas vidas destroçadas por este homem.  Você não ficaria igualmente aliviado(a) - e  se for bem honesto(a), satisfeito(a) -  ao saber que o assassino do seu filho e ameaçador da sua vida, foi morto pela polícia? Você o preferiria morto ou preso?

A comemoração da morte de Bin Laden é extremamente emblemática.

Significa, sugere e representa uma verdade que tem sido omitida sob o argumento falacioso dos direitos humanos:  

Que o povo aceita e concorda que assassinos contumazes que são uma ameaça à vida em sociedade e à paz social devem ser eliminados em prol da coletividade.

"Não tenho nenhuma dúvida de que com a sua morte o mundo será mais seguro", disse Hillary Clinton. 
 http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=28624446.

Um mix de alívio e sensação de segurança. Esse foi o sentimento que invadiu o coração do povo americano. Destacamos o depoimento de dois moradores de Nova York, que você pode conferir no vídeo abaixo:

“A notícia da morte de Bin Laden trouxe conforto e sensação de justiça”. O outro, estudante, falando em português precário afirmou: “É muito bom ver ele morto, estou muito aliviado”.


O ex-presidente americano George W. Bush, que estava no governo no 11 de Setembro e famoso por ter dito que queria Osama Bin Laden vivo ou morto,  fez a seguinte afirmação: "Não importa quanto tempo leva, a justiça será feita".
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/05/02/a-repercussao-da-morte-de-bin-laden-entre-politicos-lideres-mundiais-

O atual presidente, Barack Obama, por sua vez concluiu: “A justiça foi feita”.
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/909891-justica-foi-feita-diz-obama-sobre-a-morte-de-bin-laden.shtml

Que leitura podemos fazer dessas declarações que representam tão bem o sentimento do povo americano, mas que transcendem  às fronteiras físicas e culturais, sendo, em última análise, o sentimento de todos que testemunham o fim de um assassino?

Que só é possível afirmar ter havido justiça plena, nos casos de crimes de assassinatos, sobretudo os praticados com requintes de crueldade e com caráter hediondo, quando ocorre, também, a morte do assassino, cuja execução é de responsabilidade exclusiva do Estado.

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