terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

SANTIFICAÇÃO: ATO FORENSE E ATO PROGRESSIVO


TEXTO BÁSICO:  À igreja de Deus que está em Corinto, aos SANTIFICADOS em Cristo Jesus, CHAMADOS PARA SEREM SANTOS, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso (1 Coríntios 1.2).
 
O texto acima mostra que a santificação acontece em duas etapas: Uma que foi única e que aconteceu no passado. E a outra que acontece no nosso dia a dia e que pressupõe continuidade. Vejamos:
 
a) PRIMEIRA ETAPA: Chamada de etapa Forense ou ponto de partida da Santificação. A expressão "AOS SANTIFICADOS" (I Cor 1:20) nos remete a um ato exterior, praticado pelo próprio Deus. É o ato de SEPARAR-NOS do mundo,  para servi-Lo no mundo. Nessa ETAPA da Santificação o homem é absolutamente PASSIVO e em nada pode contribuir. Assim como ele é declarado Justo, é, igualmente declarado Santo. É Deus dizendo "esse eu já separei do mundo". É um ato Forense de Deus, concomitante ao ato outorgar a justiça de Cristo ao homem.
 
Nessa etapa estamos falando de algo que já aconteceu no passado, na eternidade, quando Deus nos separou, nos elegeu para Ele.
 
Essa ideia de SEPARAÇÃO/SANTIFICAÇÃO, nesse sentido, está diretamente ligada à salvação. O Texto de Mat 25:31-33, trás uma boa ilustração de como o termo "Separação" está ligado ao termo "Salvação".
 
Veja o que a Confissão de fé fala sobre essa primeira etapa da santificação, no capítulo XIII, Da Santificação:
 
"I- Os que são eficazmente chamados e regenerados, tendo sido criados neles um novo coração e um novo espírito, são, além disso, santificados, real e pessoalmente, pela virtude da morte e ressurreição de Cristo, por sua Palavra e por seu Espírito, que neles habita" . Vejamos alguns textos: 
I Cor 6:9-(11) "fostes santificados [...] fostes justificados". Rm 6:5-6, II Tes 2:13.
 
Portanto, "só pode dizer-se santo quem pode dizer-se salvo. Todavia, se não pode dizer-se santo, não pode dizer-se salvo".
 
b) SEGUNDA ETAPA: Chamada de Progressiva. Eu também chamaria de Combativa. Ela só existe em função da 1ª etapa. Está ligada à busca incessante pela PERFEIÇÃO MORAL. A expressão "CHAMADOS PARA SEREM SANTOS" (I Cor 1:20),  nos remete a uma responsabilidade pessoal; a algo que está ao nosso alcance e que seremos cobrados se assim não fizermos. Nessa etapa da santificação o homem é absolutamente ATIVO e o padrão moral que ele tem é o próprio Deus e sua Lei. É um padrão altíssimo a ser atingido. Por isso, existe naqueles que já passaram pela 1ª etapa da santificação (que vem junto ao pacote da salvação) uma verdadeira guerra espiritual. Veja o que a Confissão de fé de Westminster diz sobre isso:
 
"II- Esta santificação é no homem todo (corpo/alma), porém imperfeita nesta vida; ainda subsiste em todas as partes dele restos da corrupção, e daí nasce uma guerra contínua e irreconciliável" entre a carne e o espírito, como nos diz em Gl 5:17.
 
Vejamos alguns textos que exige de nós a perfeição moral: I Ped 1:14-16; I Cor 7:1; Col 3:5; Ef 1:4; I Cor 6:18.
 
Perceba que o que é exigido de nós e uma retidão moral muito grande. É difícil alcançar essa retidão moral? Nesta vida é impossível, mas não podemos usar isso como desculpa para não buscarmos a santificação.
 
A desculpa que a carne é fraca não cola. Sabe por quê? Porque antes dessa frase existe outra que é sempre esquecida por aqueles que querem utilizá-la como desculpas de suas vidas desregradas: "O espírito está pronto" (Mat 26:41). Nossa Confissão de fé tratando sobre esse assunto, nos diz:
 
III- Nesta guerra, embora prevaleçam por algum tempo as corrupções que restam [...] a parte regenerada vence: I Jo 5:4.
 
Pra finalizar, eu diria que essa 2ª etapa da Santificação, que é de nossa inteira responsabilidade, que é também um processo, pode ser definida como "uma aproximação dos preceitos de Deus e um distanciamento dos preceitos do mundo. Vejamos: Gal 5:16-26.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

BREVE REFLEXÃO SOBRE A MILITÂNCIA CRISTÃ PRÓ-ARMAMENTO

 
Fiz esse pequeno artigo por ocasião do Referendo do Desarmamento. Estava esquecido dele mesmo. Foi publicado em um jornal e depois nunca mais toquei nele. Nem publiquei no blog, à época. Resolvi pesquisar por onde andava por conta de uma espécie de campanha que tá rolando no facebook, promovida por muitos cristãos, dentre os quais pastores, líderes e seminaristas, defendendo o uso indiscriminado de armas pela população. Ou seja, defendendo o direito de qualquer pessoa “normal” portar uma arma. Usam como exemplo os EUA e outros países desenvolvidos. Mas, será que em nossa realidade seria algo positivo mesmo armar a população? Por se julgarem, esses irmãos, fortes, sábios e equilibrados emocionalmente, será que não estão nivelando a população “por cima”, como se toda ela morasse no auge desse pedestal também? A discursão é boa e precisa ser feita. Porém, será que esses irmãos, militantes do armamento, que mais parecem sócios da Taurus, não estão deixando de lado desse importante debate a diferença social gritante, entre eles e nós? É claro que não se fundamentam apenas na comparação e na inveja das outras nações que “têm um Rei”. Há muito mais por trás desse apelo e sabemos disso. Poderia expor alguns motivos pelos quais não considero uma boa ideia armar a população. Porém, prefiro lembrar que muitos cristãos lúcidos, que defendem o uso de armas defendem igualmente o uso do álcool. Não considero que essa seja uma mistura muito boa. Seria necessário uma campanha à semelhança da veiculada pela chamada “lei seca”. Algo do tipo, “se beber não ande armado, querido irmão”. Obviamente que deveria fazer uma adaptação do texto a seguir, pois foi escrito para um momento histórico e pontual. Não farei isso, por enquanto, por pura falta de tempo. Então, vai bruto como está e como foi publicado. Lembrando que a retomada desse texto, que não tem rigor acadêmico, tem como objetivo apenas abrir outras possibilidades nesse debate. Vamos a ele:
 
Vivemos num estado democrático. Isto pressupõe direitos e deveres. Pressupõe também que abrimos mão de alguns de nossos direitos e alguns de nossos deveres e os entregamos ao Estado, visando um bem maior, um bem comum. Um desses direitos está relacionado à questão da segurança publica. Nós, enquanto cidadãos de um estado democrático, não temos MAIS o direito de fazer nossa própria segurança, não temos o direito de portar uma arma sob este pretexto, precisamente porque o repassamos ao Estado para que fizesse isso, não somente por nós, mas por toda a sociedade. A questão do desarmamento, ao que me parece, é uma questão defendida por todos, inclusive pela frente do NÃO. O problema principal não é se eu tenho ou não tenho o direito de possuir uma arma, de ser responsável pela minha própria segurança, o problema, principalmente que incomoda a frente do NÃO e a todos nós, está intimamente relacionado com a capacidade, ou melhor dizendo,  com a incapacidade e dificuldade do Estado em  assumir, de forma eficaz, a segurança publica. O que fazer então? Ou melhor, como votar então, se de um lado abro mão dos meus direitos em prol da coletividade e o repasso a um Estado que promete fazer isso, não somente por mim, mas também pelos meus pares, e não está conseguindo cumprir com o “acertado”? Temos algumas opções: a primeira é desistirmos de um Estado democrático e assumirmos a forma de governo da Anarquia, o que nos daria direito de não somente sermos responsáveis pela nossa segurança mas também pela água da nossa torneira e pela energia elétrica que consumimos (como faríamos isso é outra história). Neste caso, o “Estado” seria totalmente ausente com relação à segurança publica. Isto equivale a dizer que toda a responsabilidade da nossa segurança seria, exclusivamente, nossa e dependeria tão somente de nós a forma como iríamos fazer isto. Com armas brancas ou armas de fogo ou até mesmo com armas químicas, seria nossa responsabilidade e nosso o poder da decisão. Cabe aqui agora uma pergunta para a frente do NÃO e seus simpatizantes: ao votar NÃO, você também estaria disposto a isentar o Estado total e incondicionalmente da responsabilidade de sua segurança e assume o compromisso de jamais ligar para o 190? A segunda opção que temos, se de fato acreditamos que a democracia é a melhor forma de governo, apesar de suas falhas, mas não há regimes de governo sem elas, é, como cidadãos conscientes, RATIFICAR que abrimos mão desse e de outros direitos, em favor de uma coletividade e que o repassamos ao Estado. Cobrar veementemente desse Estado que cumpra o seu papel e que assuma as responsabilidades que a ele  confiamos. É precisamente assim que o Estado se fortalece e um Estado forte e poderoso, como um “grande monstro”, será capaz de nos defender a contento. Não devemos fragilizar o Estado, como fazem alguns membros ignorantes desse mesmo estado, como os deputados e senadores da frente do não. Eles negam o Estado. Eles são a antítese do Estado democrático de direito. Mas restar-nos-ia ainda uma terceira opção se não concordamos com um Estado democrático e nem com um “Estado” Anárquico: cada individuo se enclausuraria em uma ilha deserta e pronto. Estaria eliminada a necessidade do Estado. Esse referendo nem deveria acontecer, mas já que está marcado, fortaleçamos o Estado votando SIM.
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

BREVE REFLEXÃO SOBRE ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES


Se as Universidades Federais estão sempre entre as melhores do país, por que isso não acontece ou muito raramente acontece com a educação Básica? Claro que essa não é uma resposta simples de ser dada. Tem muita coisa envolvida. Mas, ao mesmo tempo, é simples sim: crianças não protestam, não reclamam das professoras, não votam, aceitam qualquer coisa que a “tia” fizer e não podem exigir de seus pais que as matriculem em outra escola.

Diferentemente, na rede particular de ensino, cada vez mais, as escolas estão se aperfeiçoando e dando melhores condições aos professores e alunos. Tem muita gente que é contra a educação paga, sob a argumentação de que o Estado tem que garantir esse direito básico. Sim, concordo. Aliás, é constitucional. Mas, manter um prédio funcionando e pagar professores para que fiquem em sala de aula é garantir esse direito constitucional? Não necessariamente. Não é de hoje que, na maioria das escolas públicas, o  professor finge que ensina e o aluno finge que aprende. Quer dizer, era assim. Agora ninguém tá se dando mais ao trabalho de fingir. Sejamos práticos: se tiver o mínimo de condições, você matricula seu filho numa escola pública ou da rede particular de ensino? Veja o vídeo abaixo, depois responda:
 
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Claro que isso não acontece todos os dias nem em todas as escolas; mas, de alguma forma, esse é o retrato da educação pública básica no Brasil. Será que isso ocorre por conta dos baixos salários dos professores? Será? Na rede particular, em alguns casos, paga-se menos e isso não acontece. Seria a educação doméstica que os alunos da rede pública não têm? A pobreza dos seus pais? Na rede particular, especialmente nas periferias, também existem alunos tão pobres quanto aqueles; que pagam suas mensalidades com a mesma bolsa família que aqueles recebem, e isso não acontece. Estaria a resposta na formação dos professores? Mas a formação mínima exigida tanto em uma rede quanto na outra é a mesma.

Talvez, e só talvez, tenhamos que pensar seriamente na possibilidade de “privatizar” a educação básica de uma vez por todas. O Estado simplesmente não está conseguindo dar conta do recado. Exemplo como esses, do vídeo acima, parecidos  e em outros níveis, que seria (que seria não, que é) impensável na rede particular de ensino, têm se tornado rotina na rede pública.

Além dos conhecidos problemas, que vão desde a transmissão de ideologias sem a prévia autorização dos pais (na rede particular os pais podem até escolher sob qual ideologia quer formar seus filhos) à incompetência dos professores,  a escola pública padece de falta de segurança, de recursos e até de coragem dos gestores. Na verdade, a maioria dos profissionais envolvidos com a educação pública, não todos, evidentemente, só querem, como se diz pejorativamente “mamar nas tetas do governo”. Muitos não são vocacionados; estão ali pelo dinheiro, apenas. Como são contratados por concurso público, isso não é verificado. E se ficar evidente que ela – a professora – não é uma docente vocacionada, o que acontece? Absolutamente nada. Afinal, ela é concursada.

A relação do gestor com o docente na rede particular de ensino é infinitamente diferente e, talvez, aí esteja uma pista para a  gritante lacuna de qualidade entre uma e outra. Um mau professor não tem carreira longa na rede particular de ensino. Talvez não termine nem mesmo o período de experiência. Não estamos colocando, aqui, toda a culpa no professor. Obviamente que não. A culpa inicial, desencadeadora de todas as outras, é do Estado. Ele não tem competência para ser patrão da educação básica.

O que fazer diante de quadro tão sombrio? Ainda que não concordem com nossas sugestões abaixo, todos concordarão: algo precisa ser feito. A educação básica é importante  demais para continuar nessa situação.

Nossa sugestão tem, inclusive, o objetivo de diminuir o custo com a Educação que o Estado tem. Se gasta muito dinheiro e não se tem os resultados favoráveis. São eles, evidentemente apresentadas de forma sintética:  

1º) O Governo fecha todas as escolas públicas da Educação Básica;

2º) Demite todos os professores e, obviamente, assume todas as indenizações trabalhistas;

3º) Vende os prédios;

4ª) Entrega a responsabilidade de promover a Educação Básica à rede particular de Ensino;

5º) O Estado não se eximirá, jamais, de sua responsabilidade constitucional de financiar a educação básica. Pelo contrário, ele pagará às escolas particulares um valor pré-estabelecido por cada aluno matriculado, que receberá o mesmo tratamento dado aos outros alunos, sem nenhuma interferência do Estado. Uma espécie de PROEDUB (Programa educação Básica para Todos). Mesmo com esse repasse de verbas, os custos com a Educação Básica seria consideravelmente menor do que é hoje;

6ª) O Estado assumirá a função apenas de regulação e fiscalização da Educação, aliás, coisa que já faz. Sim, ainda que muitos não saibam a fiscalização do Estado sob a rede particular de ensino existe, funciona e é eficiente;

7ª) A contratação de professores, funcionários e serviços fica por conta das Escolas Particulares, que utilizarão os mesmos critérios de contratação utilizado hoje: a competência do profissional. É claro que alguns professores demitidos poderão, também, concorrer  às vagas que serão abertas para a contratação de docentes; contudo, não terão nenhum privilégio em relação aos outros candidatos. Os bons e os competentes certamente interessarão à rede particular de ensino.

8º) As matriculas e outros encaminhamentos necessários ao ingresso do aluno novato na rede particular de ensino seguirá o mesmo modelo já adotado pelas escolas dessa rede;

9º) Ficará a cargo dos empresários da educação a construção de novas salas de aula e novos prédios para atenderem à demanda advinda da rede pública. Neste caso, o Estado poderá financiar a juros baixos essas reformas e novas construções. Mesmo assim, seu custo operacional com a educação ainda será muitíssimo menor que o atual. Ainda por cima, trata-se de um empréstimo, portanto, até nisso o Estado sairá ganhando;

10ª) A imagem abaixo não mais existirá, pois todos estudarão na mesma escola.
 
 
11º) Boa aula a todos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

IPB E AÇÃO SOCIAL - REPORTAGEM DO JORNAL DA GLOBO

Missão Caiuá  

A Missão Evangélica Caiuá, agência missionária que atua entre os indígenas, foi criada em 28 de agosto de 1928, fruto do sonho de Albert Maxwell, pastor presbiteriano norte-americano que veio ao Brasil para investir na expansão do evangelho, após ter vendido todos os bens que possuía nos Estados Unidos.
 
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Ao se instalar em solo brasileiro, o rev. Maxwell dedicou atenção especial aos índios da região de Dourados (MS), da tribo Kaiwá. Deparou-se com a difícil situação daquele povo, composto, em sua maioria, por crianças e mulheres, que trabalhavam na colheita do mate. O rev. Maxwell concluiu que deveria cuidar, não só da dimensão espiritual do índio Kaiwá, como também de seu corpo e mente.
 
Para tanto, o pastor contou com o apoio da Comissão Brasileira de Cooperação das Igrejas Evangélicas, que reuniu representantes da Igreja Presbiteriana do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e da Igreja Metodista. Assim, em 1928, foi organizada a Associação Evangélica de Catequese dos Índios, com sede em São Paulo, mas que distribuiria os obreiros em regiões específicas do país.
 
A primeira missão criada através da associação foi a Missão Evangélica Caiuá, contando com os seguintes missionários: rev. Albert Maxwell e sua esposa Mabel Maxwell, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, o médico, dr. Nelson de Araújo, da Igreja Metodista, o agrônomo, Sr. João José da Silva, sua esposa Guilhermina Alves da Silva e o filho, de seis meses de idade, Erasmo, da Igreja Presbiteriana do Brasil. A missão contava também com o professor Esthon Marques, da Igreja Presbiteriana Independente.
 
Ao longo desses anos, a Missão Caiuá perdeu alguns colaboradores, como o próprio rev. Maxwell, vítima de uma doença nos pulmões, mas ganhou adesão de muitos outros voluntários. Juntos, e sob a direção do rev. Orlando Andrade, criaram uma escola para alfabetização de adultos e educação primária, um ambulatório médico, um orfanato e, sobretudo, diversos pontos de pregação do evangelho.
Em 1956 foi enviada à missão a dra Lorraine Briedgmanm e a família Taylor, da Missão Wicliff, para trabalhar na tradução da Bíblia Sagrada para a língua kaiwá. O novo testamento foi concluído em 1985, e a dra. Lorraine atua até hoje na tradução do velho testamento.

SAÚDE

Em 1963 foi inaugurado, em Dourados, o Hospital e Maternidade Indígena Porta da Esperança, com 38 leitos, hoje ampliado para 50 vagas. Atende, exclusiva e gratuitamente, a população indígena, os obreiros e funcionários da missão. Anos mais tarde, em 1978, foi inaugurado a Unidade de Tratamento de Tuberculose, com 50 leitos.

ENSINO

O rev. Orlando e sua esposa Lóide sonhavam em criar um instituto bíblico que pudesse preparar o índio para a pregação do evangelho. Em 1978, durante a comemoração dos 50 anos da Missão, foi lançada a pedra fundamental do edifício, onde mais tarde passou a funcionar o Instituto Bíblico Felipe Landes. Muitos indígenas dedicam seu tempo ao estudo da palavra e atuam também como missionários.

Contato

Telefone: (67) 421-4197
E-mail : mcaiua@uol.com.br
Rua Dr. Lourenço Granato, 79, Jardim Lúmen Christi
Informações: Caixa Postal 04 – Dourados – MS
CEP: 79804-970
 
 
 
 

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