terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO OU FELIZ TODO DIA?


Nenhuma frase será mais ouvida hoje do que "feliz ano novo". Mas, o que é um ano novo?  Acaso não é apenas mais uma hora após a outra e mais um minuto após o outro? Parece até que algo extraordinariamente diferente irá acontecer após a meia noite. Na verdade,  essa é a expectativa. Todos aguardam que algo diferente aconteça em suas vidas; algo melhor, claro.

Muitos esperam por um novo emprego ou um salário melhor. Outros esperam pagar suas dividas no próximo ano. Comprar a sonhada casa própria; o carro novo. Outros começar o prometido regime. Outros ainda esperam acordar no novo ano milhionários com a "mega sena da virada". E o povo de Deus? O que está esperando? A volta de Cristo? O céu? Não, nada disso. As expectativas são exatamente as mesmas, com raríssimas exceções. Estamos muito ocupados para desejar coisas espirituais. 

Aí vem o dia primeiro, o dia 02/01 e tudo recomeça exatamente igual. 

Não devemos ter apenas boas expectativas em relação ao futuro. Antes, ao contrário, devemos confiar todos os momentos de nossas vidas ao Deus Soberano, Onipotente e Onipresente. Para Ele não existe passado, nem presente nem futuro. Ele a tudo governa do alto de sua eternidade. 

O que esse novo ano nos reserva? Não sabemos. Não podemos saber. Mas uma coisa  e certa: Deus estará no controle de tudo. Aliás, como sempre.

9 comentários:

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  2. Concordo plenamente. TG 4.13-15 Atendei,agora,vós que dizeis: Hoje ou amanhã,iremos para cidade tal,e lá passaremos um ano,e negociaremos e teremos lucros.
    vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois,apenas,como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.
    Em vez disso,deveis dizer:Se o Senhor quiser,não só viveremos,como também faremos isto ou aquilo.

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  3. Herege Beto calvinista


    As seitas protestantes surgidas aos longo dos anos tem histórias semelhantes com o novos movimentoss seculares e os neo-pentencostais e héresias religiosas. Dizem-se "iluminados" para uma determinada missão, tiveram uma visão, iluminação, aparição ou se auto-denominam os únicos escolhidos para a redenção do Universo que foi perdida pela religião de origem. São vendedores de sonhos e ilusões. Seus seguidores vivem de fantasias e de máscaras e se esforçam para ganhar mais adpetos.

    Repare, que todos os falsos profetas: Buda, Confúcio, Maomé, Kardec, Joseph Smith, Ellen White, Charles Russel, Mary Baker Eddy (Ciência Cristã), Max Heindel (Rosacrucionismo), Helen Blavatsky (Teosofia), Mokit Okada (Igreja Messiânica), Masaharu Taniguchi (Seicho-No-Le) David Brandt (Meninos de Deus) e Sun Myung Moon (Igreja da Unificação) diziam que seus grupos eram fortalecidos por uma Força Maior [que cada maluco identificava com a divindade] e anunciavam o fim do mundo sendo que quem estivesse integrado ao seus grupos escaparia do castigo terrível destinado aos infiéis.

    A mesmíssima situação acontece com os membros do ativismo calvinista, que se julgam os legítimos povos de Deus inculbidos da missão de atacar a sua maior arqui-inimiga: A Igreja Católica romana.

    Assim como os falsos profétas históricos os ativistas também destinam pra si uma proteção especial para os fortalecerem no seu propósito maligno que é destruir a única igreja de Cristo: a santa igreja romana.

    E também senhor Beto leia o que lhe mandei na postagem sobre o natal.

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  4. Senhor herege Beto calvinista

    No que o pensamento calvinista difere do genuíno pensamento bíblico e da Escolástica cristã, isso se deve justamente pelo fato do pensamento calvinista limitar-se radicalmente a esse esquema proposto de criação, queda e redenção, com total ou parcial exclusão da metafísica.

    Desta forma, pode-se entender como a expiação ocupa lugar tão proeminente na lógica pseudo-reformada, lugar que ficou vago pela exclusão da metafísica e do verdadeiro conceito bíblico, que reside unicamente na santa igreja romana.

    O pensamento calvinista, é, no entanto, a despeito de suas raízes agostinianas, assim incoerente, quando recorre à lógica, por dar lugar a paradoxos inevitáveis. É paradoxal, como Gordon Clark rejeita a razão, mas não assume o irracionalismo de Kierkegaard.

    Ora, a razão continua a ser empregada na teologia, do contrário, ela não poderia manter o mínimo de coerência. A questão é mais uma vez a distinção entre a ordem natural e a ordem sobrenatural, a da ordem da graça e da natureza.

    De acordo com o tomismo, a graça é um dom que se alia e aperfeiçoa a natureza. Lutero recusou-se a aceitar a concepção católica da graça e ensinou que os poderes naturais do homem eram totalmente incapazes frente ao pecado. Para Lutero, a queda não representou a perda de um dom sobrenatural (acima da natureza), mas a destruição de um elemento essencial da natureza humana. A solução de Lutero é radical, não lógica. No campo da teologia, não há motivo para se absolutizar o pecado dessa forma, o que, de outra forma, tornaria impossível distinguir entre o pecado original e os pecados atuais.

    A "apologética pressuposicional" dos calvinistas respalda-se, ainda, no ontologismo, isto é, na crença de que a existência de Deus é evidente e de que não existem verdadeiros ateus, pois todos têm o "sensus divinitatis" (cf. CALVINO, Institutas, I, 3, 3). Tal postura, no entanto, não pode ser válida sem instaurar um certo conflito entre fé e razão e, através de negação da teologia natural, fazendo a teologia redundar num puro e verdadeiro fideísmo.

    A Escritura não ensina em parte alguma que temos um conhecimento inato de Deus. Ela diz que o que de Deus se pode conhecer se conhece através das coisas visíveis (= corpóreas): "sendo percebidos mediante as coisas criadas" (Rm 1,20). Isso significa que podemos conhecer Deus pelos seus efeitos, sem atingir a sua essência, a qual só veremos na outra vida, pois os justos verão a Deus face a face (1Cor 13,12).

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  5. Hereges Fábio e Beto calvinistas

    A distinção natureza-graça é óbvia. Deus criou a alma humana com todas as faculdades vegetativas e sensitivas, que caracterizam as plantas e os animais. A ordem da graça não é o retoque a uma obra mal feita, mas uma segunda criação, mais admirável ainda, sobreposta à criação da natureza, que é digna em tudo da justiça e da sabedoria do seu Autor.

    A graça ele deu à Adão. É um dom sobrenatural. Os dons sobrenaturais não foram dados para aperfeiçoar o homem enquanto homem, mas para elevá-lo acima da sua natureza. O pecado representa a perda desse dom sobrenatural e de alguns dons preternaturais com que Deus havia dotado a natureza humana.

    A teologia é filosofia mais os dados da revelação. Se ela abdicasse totalmente da razão, não poderia manter o mínimo de coerência, não poderíamos escapar à sutileza das heresias; ela própria daria lugar a absurdos, como alguns pensam ser a Trindade. Ora, os próprios calvinistas não gostam de serem chamados de fideístas. Eles próprios costumam diferenciar absurdo de paradoxo.

    O conhecimento da essência de Deus nos é dado na outra vida (1Cor 13,12). Já a teologia natural nos fala de um conhecimento que podemos ter do mundo possuir uma Causa transcendente, o que é perfeitamente possível à nossa natureza, uma vez que se baseia em princípios evidentes, que são os princípios metafísicos. Aliás, sobre esses princípios estão calcados, de fato, todas as outras ciências naturais. A própria metafísica é uma ciência natural, a mais sólida e universal de todas elas.

    Enfim, todo o homem que admite verdades na química, na física, na biologia, na astronomia, ou seja em qualquer ciência, tem por dever aceitar os princípios metafísicos, porque são eles que sustentam todas essas ciências. Negar que esse conhecimento seja possível não é uma atitude sensata para os protestantes.

    Não é verdade, que a distinção entre natureza e graça nega os efeitos da queda. Trata-se de um visão equilibrada entre o pelagianismo, o semipelagianismo, de um lado, que, da mesma forma que os protestantes fazem, negavam essa distinção, e o protestantismo, que, de outro lado, também a nega. O homem não se eleva à graça por sua própria natureza. A distinção natureza-graça é a única que faz justiça à graça ser um dom de Deus.

    Lembrem-se disso hereges!!

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  6. prezado amigo petrus, estou feliz por vc ter me aceito como amigo no facebook. gostei muito da conversa que tivemos,só tem um problema que identifiquei em vc no decorrer de nossa conversa, não tenho como negar vc é um quase padre muito inteligente,porém,quando te chamei de protestante você ficou irado,e disse que jamais seria um protestante,pois sua igreja tem história e uma teologia impecável.que ela tem história isso não nego,pois o seu passado não é muito bom,conheço sua história e a do papa leão x.Quanto sua teologia,não preciso nem falar,prefiro que lutero e calvino falem por mim,como estão mortos e não podem te responder, vou te indicar dois excelentes livros. NASCIDO ESCRAVO( MARTINHO LUTERO) AS INSTITUTAS DE CALVINO. Ah! estou esperando comentário do vídeo que te enviei sobre sua "santa" MADRE TERESA DE CALCUTÁ. A casa caiu, tenha uma ótima semana.

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  7. senhor Beto calvinista


    Antes há de lembrarmos que santos como Padre Pio foram caluniados pela própria Inquisição! Que dirá Santa Madre Tereza. Vou ver o vídeo pra saber se há algo de relevante.
    Ainda não vi todo mas podemos destacar basicamente isto: a) Quem compartilha das críticas não sabe o que é cristianismo, ao criticar madre Teresa quando ela disse que o povo deveria aceitar seu destino, por exemplo, b) acusar madre Teresa de ser como um político, quando ela faz explicitamente o contrário, sendo que se levarmos o conceito ateu dos documentaristas poderíamos dizer que tudo é mentira, sendo portanto uma maneira errônea de interpretar o que a Santa fez, c) aí sim teríamos críticas de fato (as de menor número vale salientar) em que acusam madre Teresa de gastar milhões em hospitais de luxo e porte (tornando-se então uma falsa cristã e moralista! Vejam a incoerência...) e abusos dos direitos de consciência . De todas estas somente a 3ª faria sentido, isto se for tudo verdade, o que não posso averiguar.

    Deixa ver se eu entendi bem: trata-se de um documentário de um ateu, fazendo acusações contra a Madre Tereza, beatificada pelo Papa João Paulo II, é isso mesmo?

    kkkkkkkkkkkk Só pra rir mesmo!

    Eu digo o seguinte: não vou perder meu tempo vendo uma bobagem dessas, não ver um segundo sequer desse "documentário" mais entendeu senhor Beto!!

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  8. Petrus:

    Estou um pouco ausente dos debates por conta de muito trabalho, mas estou sempre acompanhando. Parece que arrumou uma nova vítima pra chamar de herege, não foi?...rs.

    Se no seu conceito ser herege é ter a bíblia como única regra de fé e prática, não reconhecer homens falhos e que não falam nem escrevem de forma "inspirada" como fonte de autoridade, então, por favor me chame de herege sempre...rs. Se por outro lado me chamas de herege por não ser da igreja católica apostólica romana, cuidado com o tiro no pé...rs...porque, para eles, você e seu grupo sectário também não o são. Portanto, se for por isso, estamos na mesma barca herética parceiro...rs...kkkk.

    A discussão entre natureza e graça é muito interessante. Você acaba por nos acusar de negar completamente a natureza e, consequentemente, a razão. Isso é um grandessíssimo equívoco. Pelo contrário, o Calvinismo apenas coloca a natureza e a razão em seu devido lugar. Quando seu "tomismo aristotélico hegeliano" eleva a natureza e razão a um patamar de realeza, na verdade está sentenciando sua própria morte.

    Tem um livro muito interessante, que trata sobre essa questão e sobre o erro basilar que cometes em tua avaliação desse assunto:

    "A morte da Razão", de Francis SChaeffer.

    Segue o link de uma leitura muito boa e que evita estarmos falando besteiras e falácias nos blogs da vida...rs:

    http://www.etcap.com.br/livros/141054_A%20Morte%20da%20Razao.pdf

    Só não sei se essa versão digital está boa, pois não a li, tenho o livro.

    Tudo de bom!

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