segunda-feira, 10 de junho de 2013

A FAMÍLIA SOB ATAQUE – Parte 1/2



1-Família nuclear: constituição natural ou cultural?

Em nenhum outro momento da história, numa tendência crescente e com características universais, a constituição familiar tradicional foi tão rechaçada e atacada. Novos modelos e novas configurações estão sendo propostas:  homem + homem + filhos adotivos ou mulher + mulher + filhos adotivos.

As reinvindicações e as vitórias da comunidade LGBT estão cada vez maiores. Primeiro a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Depois a liberação para adotar filhos, e, agora, contra a própria Constituição Federal, o casamento homoafetivo.

Antes de qualquer coisa é importante frisar que a constituição familiar, nos moldes tradicionais, isto é, homem + mulher + filhos = família, não é, nem de longe, uma questão cultural, como muitos têm afirmado. É, antes, uma questão eminentemente religiosa, uma vez que para acreditar nela é preciso, impreterivelmente, acreditar em outros pressupostos ou premissas anteriores, como por exemplo, a existência de Deus, a inspiração da Bíblia Sagrada e no criacionismo.

Contudo, inevitavelmente, torna-se também, uma questão natural se considerarmos a urgente necessidade basilar da perpetuação da espécie. Contra esse fato simplesmente não há argumentos válidos, sob pena de serem os homossexuais, como já disse em outra postagem, “os profetas do fim da humanidade”. Para ler essa postagem: http://filosofiacalvinista.blogspot.com.br/2010/03/impressao-que-temos-ao-andarmos-pelas.html.

Corroborando com a lógica natural da perpetuação da espécie, a Bíblia apresenta como única forma válida e coerente de constituição familiar a seguinte:

“Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gêneses 2:24).

Logo na gênese da criação o modelo cíclico e contínuo é estabelecido. A família deve ser constituída por homem e uma mulher, que gerarão filhos, que crescerão e que, por sua vez, deixarão seu núcleo familiar inicial para constituírem suas próprias famílias e assim sucessivamente.

Se esse modelo não fosse apresentado na Bíblia, haveria outro modelo capaz de promover a perpetuação da espécie? Evidentemente que esse não é o único objetivo dessa constituição familiar, mas, certamente, é um dos principais. O fato é que mesmo em civilizações pagãs, que nunca tiveram nem interesse nem acesso aos textos bíblicos, necessariamente, esse modelo familiar precisou prevalecer e se estabelecer, por motivos mais do que óbvios.

Um importante documento elaborado no século XVII, interpretando essa questão afirma:

“I. O casamento deve ser entre um homem e uma mulher; ao homem não é licito ter mais de urna mulher nem à mulher mais de um marido, ao mesmo tempo (CFW, XXIV)”.

Essa afirmação está lastreada não em uma questão cultural, mas numa decisão soberana daquele que Soberanamente criou dessa e não de outra maneira, como o próprio Cristo aponto:

“Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher (Mat 19:4)”.

Note que o motivo central da constituição familiar tradicional, bem como de sua negação, não pode ser a cultura. Antes, essa formação está baseada no fato natural de Deus ter criado Macho e Fêmea, como está claro na expressão “no princípio”.

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