quarta-feira, 20 de junho de 2012

RIO+20 E A QUESTÃO AMBIENTAL: A VERDADEIRA HISTÓRIA DA PREOCUPAÇÃO COM O AQUECIMENTO GLOBAL



De uma hora para outra o homem se tornou um grande defensor da natureza e, conseqüentemente, da criação de Deus. Não parece estranho? Sempre suspeitei que houvesse algo de inconsistente no belo discurso de preservação da natureza. Não devemos ter essa preocupação? A questão não é essa. Devemos sim, claro. Muito embora essa história toda não tenha um tom tão apocalíptico assim quanto estão dando. A questão é a motivação que acabou gerando esse surto de “preocupação” com o meio ambiente. Teria o homem se arrependido por todos os danos que trouxe à biodiversidade e aos ecossistemas? Não, não estou me referindo, por exemplo, aos poluentes que o homem  tem despejado nos rios, nem aos gases tóxicos que tem liberado no ar. Tudo isso é só e somente só, apenas,  conseqüências de uma causa maior. Bem maior, por sinal.

A terra está sob maldição por causa do homem. O livro de Gêneses registra a sentença de Deus sobre o representante legal da raça humana, depois de sua livre desobediência. A Adão disse: "Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás" (Gênesis 3:17-19).

A expressão CARDOS E ABROLHOS é muito significativa. Caio Fábio, em um interessante livro intitulado “Os espinhos da vida, vivenciando as tragédias da alma”, diz que essa expressão:

"Significa que Deus deu uma sentença: de hoje em diante nascerão cardos e abrolhos, prevendo uma tragédia universal em função do pecado do homem. Não apenas um fato ligado aos vegetais porque estes surgiram como mutações posteriores; surgiram em função de todos estes efeitos tremendos que vêm de irradiações desde o sol, e que mudaram a nossa atmosfera. Estas mudanças entraram em choque e geraram estas espécies que caracterizaram a queda do homem em tragédias sem fim. São os cardos que simbolizam toda a tragédia da humanidade. Simbolizam as crises nas quais os homens estão envolvidos, e os espinhos que surgiram no mundo, os espinhos biológicos, são os predadores, são as anomalias, são as doenças congênitas. Estes são os espinhos da carne, os espinhos da vida biológica", conforme: http://www.scribd.com/doc/548913/Caio-Fabio-Os-Espinhos-da-Vida. (Esse trecho é parte de outra postagem intitulada “A origem das tragédias humanas, que você poderá acessar no link: http://filosofiacalvinista.blogspot.com.br/2011/01/origem-das-tragedias-humanas.html).

Partindo dessa visão escriturística,  temos que concluir que as condições climáticas e metereológicas de hoje não são piores que as condições do passado, considerando que essa maldição data do proto da raça humana. Por conseguinte, devemos concluir também que as tragédias naturais de hoje são apenas fluxo natural de algo que sempre aconteceu. Ou seja, não há nada de diferente acontecendo na terra, nesse sentido. E isso não é verdade? Obviamente que sim. Terremotos sempre existiram. Tsunames também. Fome também. Seca também. Cheia também.

Então, se é assim, perguntamos: O que há de diferente hoje que justifique essa “preocupação” exacerbada com a questão ambiental?

Nesse ponto de nossa reflexão voltamos à questão da motivação que falávamos no início. Certamente o homem não ficou bom, pois sua natureza é má desde o seu nascimento. Sendo assim, tende a se rebelar contra as coisas de Deus e isso inclui a natureza. Com isso estamos defendendo que essa motivação não é legítima, não é sincera e está carregada de intenções esdrúxulas por trás do discurso politicamente correto da defesa do meio ambiente.

Toda essa preocupação tem um único objetivo: ganhar dinheiro. Isso mesmo, a questão econômica é o que realmente importa. É isso que está por trás, nos bastidores da Rio-92 (1992), do protocolo de Kyoto (1997), da Rio+10 (2002. O termo +10 faz referência ao início dessa discussão, na Rio-92) e agora, finalmente, da Rio+20 (2012, ou seja, 20 anos da Rio-92).


Você já ouviu falar no cientista Drº Luiz Carlos Molion? Ele é professor da UFAL, com pós-doutorado em Climatologia e mudanças climáticas e representante da América Latina da organização metereológica mundial.  Ou seja, tem todas as credencias científicais para confirmar tudo que estamos dizendo acima. Veja a surpreendente entrevista que ele concedeu ao programa Roda Viva, onde aborda todas essas questões que levantei acima. Essa entrevista foi um achado para mim, que sempre pensei assim. Veja o vídeo abaixo, não deixe de conferir.

video

Para ver a entrevista inteira que tem quase uma hora, acesse: 

Qual sua opinião sobre o tema?

3 comentários:

  1. Olá meu irmão Fábio!Estou de volta para atormentar a sua vida rsrsrsrs.Brincadeira.Confesso que estava com saudades.Não estava com saudades dos "combates" mas sim do que estava por trás dos combates, que era na verdade a convicção moral e espiritual na defesa de algo tão precioso como a nossa fé.Espero que tenha estado bem todo esse tempo e aproveito para elogiar o post. O rio +20 é exatamente isso que o post descreve. parabéns pelo post, e ah... ainda sou pentecostal.Diferenças ao longe........Fique na paz

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  2. Irmão Calvinista,

    Acesse:
    http://ministroslabaredasdeefogo.blogspot.com/

    Postou: João Calvino um herege, hipócrita, transgressor e assassino...

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  3. Bastante esclarecedor o artigo...
    É interessante como o pecador é sutil em suas ações.
    um abração!
    Pb Alexandre Galvão

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