segunda-feira, 17 de maio de 2010

TESE OU TEORIA DA EVOLUÇÃO? O PLÁGIO DE DARWIN E O DESIGN INTELIGENTE

Você já ouviu falar na TESE da Evolução? Sem perceber você poderá até responder que sim. Mas, você já ouviu falar na TESE ou na TEORIA da evolução? Não precisa nem pensar muito: TEORIA da evolução, certamente responderá. Sabe a diferença entre uma e outra? Isto é, entre TESE e TEORIA?

TEORIA: do grego θεωρία , é o conhecimento especulativo, puramente racional. O substantivo theoría significa ação de contemplar, olhar, examinar, especular. Também pode ser entendido como forma de pensar e entender algum fenômino a partir da observação. Uma teoria jamais é uma expressão perfeita da realidade, mas um modelo pelo qual essa realidade pode ser descrita e compreendida (http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria).

TESE: Do grego thésis, (acto de pôr), pelo latim these, (proposição). Tese é literalmente uma proposição que se apresenta para ser defendida como conclusão de um teorema. Ou seja, é a conclusão que se obtem por dedução lógica a partir de outras conclusões já comprovadas ou admitidas como verdadeiras (http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria).

Ainda que haja algumas variações desses dois termos, em linhas gerais, como vimos, podemos afirmar o seguinte:

a) Uma Teoria é uma proposição ainda não confirmada, não provada. Em ciência, algo que ainda não foi devidamente comprovado empiricamente, isto é, não existe um "fato" que comprove categoricamente aquelas afirmações. Considerando que para as ciências empíricas o "fato" é mais importante que a "teoria", em última análise, por essa metodologia, não pode ser afirmada com "status de verdade".

b) Uma Tese, ao contrário, é algo que já foi convicentemente comprovado, inclusive empiricamente, quando for o caso; isto é, está mais do que claro que existe um "fato" que sirva de lastro ou abone tais teses. Uma tese, poderíamos dizer, é uma teoria que foi efetivamente comprovada.

c) Uma verdade tem sido ocultada: a Teoria da Evolução nunca foi comprovada. Nunca chegou ao status de Tese. Lamentavelmente, devido ao paradigma da modernidade, no qual ainda vivemos, essa teoria tem sido ensinada, até mesmo nas escolas, como se fora algo já devidamente comprovado, com o objetivo tão somente de negar outra teoria: o Criacionismo.

A Biologia, ciência de Darwin, é uma ciência factual, isto é, que necessita de um fato que comprove sua hipótese. É de admirar que a "Teoria" da Evolução nem mesmo consiga atender suas próprias necessidades metodológicas e ainda assim seja divulgada como uma verdade "inquestionável", o que é totalmente contrário ao próprio espírito cintífico.

Eva Maria Lakatos, analisando essa questão, em sua Obra "Metodologia da Pesquisa Científica", faz a seguinte afirmação:

"Somente depois de um enunciado (hipótese) passar pelas provas de verificação empírica é que poderá ser considerada adequada a seu objetivo, isto é, verdadeiro e, mesmo assim, a experiência não pode garantir que seja o único verdadeiro: somente nos dirá que é provavelmente adequado, sem excluir, por isso, a probabilidade de que um estudo posterior possa dar-lhe melhores aproximações na reconstrução conceitual da parte da realidade escolhida" (LAKATOS, 2008, pg.30).

Qual o problema de ser a interessante Teoria da Evolução ensinada? Absolutamente nenhum, desde que sejam ensinadas também as outras teorias existentes sobre a origem do Cosmos e do próprio homem, a exemplo da Teoria do Criacionismo e tantas outras.

A argumentação é a seguinte: Criacionismo depende de fé, portanto, não podemos reconhecê-lo nem ensiná-lo. Ora, se a Teoria da Evolução ainda não foi também devidamente comprovada, se ainda não acharam o famoso "elo perdido" entre o homem e seus antecessores, se ainda não virou uma Tese, se nenhum "fato" empírico pode, indubtavelmente, lastrear ou abonar tal teoria, logo, concluímos: A Teoria da Evolução, igualmente, só pode ser considerada como verídica pelo viés da fé. Assim sendo, está em "pé de igualdade" com o Criacionismo ou com qualquer outra "teoria" não comprovada.

Em última análise, enquanto a ciência não ajusta às teorias aos "fatos", não temos outra opção a não ser escolher uma das Teorias existêntes e "crer" nela. Isso mesmo, estamos afirmando que todas elas dependem do elemento fé. Negar isso é negar a própria essência e vocação da ciência.

Nos últimos anos, entretanto, muitos ciêntistas, alguns deles de reconhecida proeminência na comunidade científica, cansados de afirmar como "verdades" teorias ainda não comprovadas, resolveram rever e aprofundar a Teoria do Evolucioninsmo de Charles Darwin. Qual não foi a surpresa ao comprovarem a impossibilidade lógica dessa teoria um dia vir a tornar-se realidade, tese.

Desses novos estudos, surge uma nova resposta para a antiga questão, que ficou conhecida como Design Inteligente. Não se trata de Criacionismo. É verdadeiramente ciência, porque utiliza os mesmos métodos rigorosos para suas investigações, ainda que sofra várias investidas para desqualificá-la.

Uma das principais contribuições desses cientístas é a comprovação empírica da impossibilidade da existência da chamada "Seleção Natural", eixo principal da teoria da evolução.

O chamado Design Inteligente foi alvo de uma extensa investigação da BBC de Londres. Como resultado, foi produzido o documentário EXPELLED (expulso), que trata exatamente do relacionamento desses cientístas defensores do Design Inteligente com a comunidade científica. O documentário foi integralmente postado abaixo, em 10 partes. Vejamos! Tirem suas próprias conclusões.

Parte 1 de 10

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Parte 2 de 10

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Parte 3 de 10

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Parte 4 de 10

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Parte 5 de 10

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Parte 6 de 10

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Parte 7 de 10

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Parte 8 de 10

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Parte 9 de 10

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Parte 10 de 10

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Outra importante questão acerca do Evolucionismo também precisa ser revisitada. Será mesmo Darwin o pai do evolucionismo ou, antes, teria ele "plagiado" suas teorias dos filósofos pré-socráticos? A idéia de "Evolução" está sempre presente entre esses pensadores, evidentemete que Darwin faz uma releitura do assunto, aprofundando-o com os recursos mais evoluídos que dispunha. Mas, uma coisa é certa: ele não partiu do "zero". Os filósofos pré-socráticos sim! Se há algum louvor ou aplauso a ser dado por esta interessante teoria, não seria justo atribuí-los também, igualmente, aos pré-socráticos? Se Darwin foi o "cantor" que com sua interpretação fez a "música da evolução" ficar conhecida, os pré-socráticos foram os "compositores". Vamos dar uma volta ao passado, ao século VII a.C para conhecer partes dessa "composição", em seguida, retornemos à época de Darwin. Você julgará quem é mais merecedor dos aplausos:

Evolucionismo de Tales de Mileto:

No Naturalismo esboçou o que podemos citar como os primeiros passos do pensamento Teórico evolucionista: "O mundo evoluiu da água por processos naturais", aproximadamente 2460 anos antes de Charles Darwin. Sendo seguido por Empédoles de Agrigento na mesma linha de pensamento evolutivo: "Sobrevive aquele que está melhor capacitado". Para saber mais acesse:(http://pt.wikipedia.org/wiki/Tales_de_mileto).


O Evolucionismo de Anaximandro:

Já em seu tempo, Anaximandro ensinava a evolução das coisas e das espécies. Para ele, os animais nasceram do lodo marinho, e o homem teria se formado, no princípio, dentro de peixes, onde se desenvolveu e donde foi expulso logo que se tornou de tamanho suficiente para bastar-se a si próprio [...]. Sua idéia de que a ação do Sol faz surgirem as criaturas de estrutura simples na água, que depois migram para a terra e adquirem estrutura mais complexa se parece com a teoria da evolução das espécies: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anaximandro_de_Mileto.

Diante do exposto, a que conclusão você chegou? Comente, dê sua opinião. É só clicar abaixo e postar seu comentário. Há algumas "evoluções", entretanto, que parecem ter sido realmente confirmadas:

domingo, 9 de maio de 2010

O PODER SOCIAL DOS NEOPENTECOSTAIS

Por mais que não concordemos com muitas práticas e posicionamentos doutrinários de muitos grupos Neo-Pentecostais, que distoam tanto dos ideais da Reforma Protestante que já são considerados um fenômeno completamente novo e inédito, sem nenhuma ligação histórica com o evento do século XVI, uma coisa não podemos negar: o poder de transformação social que esses grupos possuem. São milhares de jovens libertos do poder das drogas e da criminalidade. Aonde quer que andemos, por mais inóspita que seja a comunidade, ali, certamente, existe uma dessas igrejas. Não tem nada a ver com espiritualidade ou mesmo salvação de almas. O governo deveria ser um dos maiores incentivadores dessas igrejas, pois elas conseguem fazer muitíssimo mais pela diminuição da violência urbana que os poderes constituídos em todas as suas esferas. A equação é bem simples: para cada jovem e adolescente que entra nessas igrejas, teremos um traficante ou usuário de entorpecentes, no mínimo em potencial, a menos. Em algumas comunidades carentes, onde a ausência do Estado chega a 100%, essa é uma das únicas formas de não se envolver com a criminalidade.

Recentemente a revista "Isto é" publicou uma extensa matéria sobre esse assunto. Veja o isento testemunho do repórter:

"O púlpito da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (Adud) era o centro das atenções. Diante de 800 pessoas humildes, o líder e fundador da congregação, o pastor Marcos Pereira, esconjurava o demônio, como faz todo sacerdote evangélico, em uma quarta-feira de janeiro. Em determinado momento, o religioso deu uma pausa e conclamou, ao microfone: “Peço aos criminosos convertidos que estão aqui para vir ao palco fazer uma foto para a revista ISTOÉ”. De repente, como em uma romaria, homens começaram a se levantar de todos os lados da igreja e a andar em direção ao pastor. Na tropa de mais de 50, alguns chamavam a atenção por serem ainda adolescentes. Todos são ex-assassinos, traficantes, drogados ou ladrões transformados, hoje, em pessoas com aparência inofensiva e sempre dispostas a falar de Cristo [...]. Pelas contas de Marcos Pereira, 53 anos, ele e seus missionários – entre os quais o ex- pagodeiro Wagner Dias Bastos, o Waguinho, exvocalista do grupo “Os Morenos” e hoje braço direito do pastor – já recuperaram mais de cinco mil bandidos e viciados nos últimos 20 anos. Alguns eram famosos e temidos chefões do tráfico, como José Amarildo da Costa, o Maílson do Dendê, que, junto com o irmão Milton Romildo Souza da Costa, o Miltinho do Dendê, chefiou o crime organizado na Ilha do Governador, nos anos 90. “O Rio de Janeiro não está pior graças a mim”, exagera o pastor, no seu estilo sensacional e sensacionalista. Mas é fato que é o único a entrar com seus obreiros em lugares tão perigosos que a própria polícia só incursiona após um planejamento prévio. Em contato com os bandidos, Pereira consegue, muitas vezes, convencê-los a trocar o fuzil pela Bíblia": ttp://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/46147_O+PASTOR+DOS+BANDIDOS/5

Esses grupos atribuem o resultado desse importante trabalho a fatores espirituais e à intervenção direta de Deus, que age por intermédio de seus líderes. Trata-se, segundo eles, de poder concedido por Deus.

Obviamente que essa é uma análise feita com a paixão de quem está imerso nessa realidade religiosa. Se isso é verdade, ou seja, se esses grupos têm, de fato, um poder extraordinário e sobrenatural concedido pelo próprio Deus, para realizar tamanha façanha e que os tornam "poderosos e diferentes", terão que concordar também que não são "poderosos e diferentes" sozinhos.
Outros grupos também têm realizado trabalho "exatamente semelhante" na área social, de recuperação de viciados, inclusive, a exemplo dos "espíritas", "mórmons" e do "AA-Alcóolicos Anônimos", "Afro Hegee" e tantas outras ong's. Mas claro que os neopentecostais jamais concordarão que Deus, igualmente, habilita esses outros grupos a realizarem tal obra.

Fica o desafio para nosso leitor: o que torna possível esse tipo de trabalho? Dê sua opinião.

Em última análise, não importa a motivação. Que continuem fazendo o que estão fazendo. Que o pastor Marcos, apóstolo Estevam Hernandes e tantos outros (falsos profetas) continuem "salvando" milhares e milhares de jovens do mundo das drogas e da criminalidade e, consequentemente, dando grande contribuição para a diminuição da violência. O Brasil agradece, nós agradecemos. Contudo, a "salvação de suas almas é outra história". Uma coisa não tem nada a ver com a outra! Essas igrejas estão longe; muito longe da pregação do genuíno evangelho de Cristo. Única forma de regenerar e salvar a alma do pecador.

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