sábado, 4 de setembro de 2010

CASO SERRAMBI: Uma breve análise da Justiça de Deus e da justiça dos homens.

Aquele que está sendo considerado o julgamento da década, em Pernambuco - O caso Serrambi - onde os irmãos Marcelo e Valfrido Lira, ambos reús acusados do assassinato das adolescentes Maria Eduarda e Tarsila Gusmão, em maio de 2003, chega ao fim. Por decisão apertada - 4 a 3 - o júri resolveu absorver os réus. Eles foram declarados INOCENTES.

A decisão do júri, entretanto, não muda, necessariamente, a realidade dos fatos. Isto é, se eles realmente mataram as adolescentes, como afirmam a Polícia Civil de Pernambuco e a Polícia Federal, mesmo tendo o veredito de absorvição, eles continuarão a ser CULPADOS.

Da mesma forma o caso da menina Isabela Nardoni, morta em 2008. Seu pai e sua madrasta - Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá - foram acusados e condenados por homicídio doloso triplamente qualificado. Eles foram CONDENADOS. E se, de fato, eles não mataram a menina Isabela? Mesmo tendo sido considerados CULPADOS, serão sempre INOCENTES. O mesmo é verdade no caso do goleiro Bruno e tantos outros.

Por maior que seja o esforço; por melhor que seja o trabalho investigativo da polícia, o uso de novas tecnologias, por melhor que seja a atuação dos promotores e advogados de defesa, sempre haverá a possibilidade de erro. Muitos "verdadeiros" INOCENTES serão considerados CULPADOS. Muitos "verdadeiros" CULPADOS serão absorvidos e declarados INOCENTES.

Diferentemente do que acabamos de afirmar acima, Deus não se engana em seus julgamentos. Ao absorver seus eleitos e declará-los JUSTOS, INOCENTES, não faz isso por erro ou por limitação tecnológica de investigação. Antes, pelo contrário, sabedor da sua culpabilidade perante Ele, resolve, Graciosamente, lhes imputar a JUSTIÇA de Cristo. Isso não significa dizer que não houve punição. Ela aconteceu; a mais severa de todos os tempos. Deus puniu os pecados deles em seu próprio Filho Jesus Cristo, para satisfazer a justiça. Cristo foi o Substituto de seus eleitos, e somente deles, pagando o preço, a pena, em seu lugar, tendo enfrentado a cruz, que por justiça lhes pertencia.

Deus sabia que os eleitos, juntamente com todos os outros homens, eram tão culpados quanto poderiam ser. Suas dívidas perante Ele eram incalculáveis e impagáveis. Suas próprias consciências lhes acusavam dia e noite não lhes permitindo sentir-se inocentes diante da Santidade de Deus. Culpados por não glorificar a Deus; culpados por viver como se Deus não existisse, mesmo sabendo e podendo constatar, pelos céus e pela natureza, Sua bendita existência; culpados por ter tempo para tudo nesse mundo, menos para Deus; culpados por desprezar a Bíblia; Culpados por sempre escolher o caminho do mal; culpados e destituídos da glória de Deus; todos eles; "à uma se fizeram inúteis".

Sabedor da culpa deles, mesmo assim, Deus os declara Justificados, INOCENTES, inculpáveis, mediante ao sacrifício SUBSTITUTIVO de Cristo.

Um dia todos nós compareceremos perante o tribunal de Deus. Qual a setença que você ouvirá? CULPADO ou INOCENTE? Apartai-vos de mim ou vinde benditos de meu Pai? O fato mais grave que permeia essa pergunta é que não depende de você o ser INOCENTADO; CONDENADO, sim. Nada poderá ser feito, por méritos próprios, na direção da absorvição. Todos aqueles que recebem, por imputação, a justiça de Cristo, a recebem por Graça, que por definição é algo que é concedido sem o devido merecimento de quem a recebe. Ou seja, ninguem merece ser Salvo. Antes, por merecimento, ninguém escaparia à batida condenatória do "martelo" do Supremo Juíz. Todos à uma seriam condenados. Todos sentimos isso; todos sabemos disso.

Só quem reconhece essa como sendo a sua situação diante de Deus pode mensurar o tamanho da Graça Salvadora recebida. Nada a fazer para ser considerado INOCENTE, ja tendo, por opção do representante legal da raça humanam, nascido CONDENADO.

Essa é uma situação de total impotência; uma situação que incomoda o homem, verdadeiramente. É duro descobrir que não se pode fazer absolutamente nada em prol do seu destino eterno.

Mendigar a Deus o Seu perdão e Sua Graça Salvadora talvez seja o mais inteliente a fazer.

26 comentários:

  1. "Um dia todos nós compareceremos perante o tribunal de Deus. Qual a sentença que você ouvirá? CULPADO ou INOCENTE?". Como é que você faz uma pergunta onde a única resposta é: Deus o sabe. Pois a "escolha" é dEle. "Ninguém merece ser salvo" concordo plenamente mas por que você, um "escolhido" (sem mérito, claro)questiona alguém que não teve "a sorte" de ter o seu destino mudado. Não te parece aumentar o sofrimento do outro?

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  2. Prezado Gersino:

    Sua observação é muito boa. Concordo contigo. Essa pergunta é apenas retórica, muito embora sirva também para alertar-nos do eminente perigo de não glorificar a Deus. Claro que nada mudará os decretos eternos de Deus; neste caso, por que então a ordem para pregar a todos (eleitos e répobros)? A pregação do evangelho assume, aqui, propósito duplo: para os répobros servirá, entre outras coisas, para selar sua perdição, para os eleitos para os trazer ao Senhor. Quanto a aumertar o sofrimento de quem não teve a "mesma sorte", vc não deve se preocupar com isso. Os répobros não sofrem por não terem sido escolhidos. Eles, na verdade não querem ser salvos e continuam, simplesmente, nas coisas que lhes dão prazer. Eles não têm prazer nas coisas de Deus, nem no próprio Deues; por isso mesmo não sofrem, nem sentem falta de nada que esteja relacionado a Deus. Lembras da passagem do rico e de Lázaro? Assim ocorre com todos os "répobros quanto à fé". Na verdade não devemos questionar porque existem os "não eleitos", antes, devemos glorificar a Deus pela sua miséricordia em nos fazer seus servos e em produzir em nossos corações esse desejo de serví-lo.

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  3. Meu caro Fábio, não quero polemizar e espero que vc acredite nisso. Mas quando vc diz "não se preocupe com os réprobos", vejo uma igreja que não ama os perdidos, pois quem ama se preocupa.(sei que a igreja não tem sido o melhor exemplo de amor ao próximo)pois Jesus qdo nos dá o segundo mandamento, semelhante ao primeiro, "amarás o teu próximo como a ti mesmo" então terei que entender que "os eleitos" são "o próximo" e não qualquer ser humano. Desde já agradeço pela paciência em responder. Como sei que outras pessoas "entrarão na conversa", se quiser entra em contato pelo meu e-mail gercinoalves@hotmail.com,
    Um abraço!

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  4. Caro Gersino:

    Não se preocupar com os répobros é apenas uma maneira de minimizar a "pena" que vc demonstrou sentir deles. Tentei apenas demonstrar que eles não estão preocupados em Deus tê-los preteridos; estão agindo conforme suas próprias naturezas decaídas. Na verdade, não querem Deus e nem senem sua falta; assim como também nós não quereríamos, caso Deus estivesse nos deixado na nossa condição natural.

    Isso não tem nada a ver com "amar os perdidos". Inclusive, nossa motivação primordial para pregar o evangelho, em última análise, não deve ser o "amor aos perdido", e, sim, o "amor à obdiência aos mandamentos de Deus".

    Não sabemos, na verdade, quem é eleitos e quem é répobro (e que bom que é assim; que Deus não nos revela isso), por isso mesmo devemos pregar a todos, igualmente.

    Você tocou num ponto muito importante, que está diretamente relacionado ao Papel Social da igreja e não, necessariamente, à missão de evangelização: "amarás o teu próxio". Nesse sentido, realmente, todos nós, evangélicos, temos deixado a desejar. Quando nossas igrejas distribuem cestas-básicas com fins proselitistas, por exemplo, está completamente errada. Isso não é "amar o próximo"; talvez seria "amar nossa denominação". Devemos distribuí-las sem nenhuma outra intenção que não a de ajudar, a de estar sensível às necessidades e sofrimentos do outro. Mas, é isso que fazemos? Quando damos uma cesta-básica não exigimos que o infeliz frequente nossa igreja? E quando vemos que ele "não quer nada com a igreja", não cortamos sua ajuda?

    Esse é um tema que realmente precisa ser repensado em nossas igrejas.

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  5. Olá pessoal!!!

    Gercino!

    O Pb. Fábio Correia foi muito bonzinho neste artigo quando usou a expressão: "Deus o sabe"

    E vc replicou muito bem quando respondeu:
    "Como é que você faz uma pergunta onde a única resposta é: Deus o sabe. Pois a "escolha" é dEle."

    O fato é que vc está certo quando diz que a escolha é dEle ( De Deus), mesmo que vc não acredite nesta verdade, pois seu discurso soa por demais arminiano.

    Gercino, Deus não PRETERIU(preterição entendida como: Deus deixou passivamente os réprobos nos seus próprios caminhos de perdição) como O Pb. Fábio bondosamente fala. Deus ATIVAMENTE decretou criar os réprobos, DEUS ATIVAMENTE decretou a queda, e Deus ATIVAMENTE decretou manda-los para o inferno, claro, dévido seus proprios pecados.
    Rm 9.19-23

    19 Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade?
    20 Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?
    21 Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?
    22 Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição,
    23 a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão,


    E se pregamos o evangelho, é porque através dele (o evangelho) a justiça de Deus se manifeta, na salvação dos eleitos e na condenação dos réprobos:E tornando os reprobos mais responsaveis para o dia da perdição. Deus salvará os seus eleitos e apenas os seus eleitos através da pregação do evangelho. Portantos pregamos o evangelho para através dele o eleito encontrar-se com Deus e o réprobo torna-se mais responsável pelos seus pecados.
    2 Cor 2.14-16
    Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.
    Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.
    Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?

    Pb. Alexandre Galvão

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  6. É Fábio, já entendi o seu posicionamento, mas gostaria de tocar em dois pontos: 1-"Na verdade não devemos questionar porque existem os 'não eleitos'". Surpreende-me ler isso de um filósofo, pois questionar sobre os "não eleitos" macularia a crença dos "eleitos"? pois quem questiona quer resposta, ainda que ninguém as tenha.
    2-"Em última análise, não deve ser o "amor aos perdido", e, sim, o "amor à obediência aos mandamentos de Deus". Preciso discordar de vc(que ousadia!)mas é que quem não ama o próximo, a quem vê, como amará a Deus que não vê? pois o próprio Jesus, como já citei em outro comentário, é quem nos ordena. Amar a Deus e amar ao próximo são semelhantes. Gostaria de saber quem é o próximo da igreja.
    Valeu pela paciência em responder,
    Um abraço!

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  7. Prezadíssimo Gercino (Júnior?)

    Questionar a existência dos “não eleitos” é questionar ou o claro ensino das Escrituras ou, mais grave ainda, a Soberana escolha Divina. E questionar a escolha divina é questionar Sua própria Soberania. Os filósofos buscam a verdade, esteja onde estiver. Neste caso, estou absolutamente convencido que ela está no claro ensinamento das Escrituras sobre a doutrina da eleição. Lembremo-nos de Paulo: “Quem és tu oh homem para discutires com Deus”. Detalhe importante é que o contexto onde ele diz isso, em Romanos 9, está tratando exatamente sobre a doutrina da eleição. Por último, quis apenas ressaltar que vc deve, antes de qualquer cosia, deve glorificar a Deus por ter usado de piedade para contigo e te escolhido (digo isso porque conheço teu testemunho de servo de Deus) e não ficar questionando por que existem os preteridos, que na verdade nem sabemos quem são, isto é, não podemos julgar.

    Quanto à questão do amor ao próximo, caro Gersino, penso que se refere ao exercício da piedade e da fraternidade, de forma pessoal e como igreja, contudo, SEM FINS PROSELITISTAS. Lembra do Samaritano? Quem era o seu próximo? Aquele que lhe ajudou, que lhe amou (não no sentido de sentimentos, de gostas, mas de atitude, pois qualquer verbo pressupõe uma ação). Então veja: o amor ao próximo não está diretamente relacionado à evangelização; pelo menos não necessariamente. Se assim fosse, haveria um grande perigo de nutrir, em nosso enganoso coração, como aconteceu ao profeta Jonas, o desejo de não pregar para alguns, uma vez que há a possibilidade de não os amamos, como era o caso de Jonas. Portanto, concluímos: a motivação para pregar o evangelho deve estar no próprio Deus, em seu mandamento e não no perdido, no pecador.

    Espero ter contribuído, de alguma forma. Aguardo novos bombardeios..rs. Em tempo: quanto a discordar de mim, nenhum problema. Esse espaço existe para isso também; para debate de opiniões. E caso eu fale besteira.....pode mandar bomba...rs.



    Prezado PB.Alexandre Galvão:

    Às vezes fico me perguntando de que igreja vc é..rs. Digo isso porque vc é mais Supralapsoriano que qualquer outra pessoa..rs, diferentemente da IPB. Você não acredita que o homem tenha tido em algum momento “Livre-arbítrio”, por exemplo (me corrija se estiver errado), enquanto nossa confissão de fé tem um capítulo só falando sobre isso. Afinal, vc é da IPB ou não? Queremos saber..rs. De qualquer forma, é sempre muito bom ver seus comentários; geralmente marcados por um rígido posicionamento, mas sempre muito enriquecedor e interessante. Forte abraço! Cadê meu manual presbiteriano que Alicia rasgou a página?..rs.

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  8. Meu amigo Fábio, o motivo de te mandar essas "bombas", como vc coloca, é porque eu acredito que vc tenha condições de "desarmá-las" ..rs.
    Continuo te admirando e te respeitando pelo teu compromisso com Deus e compromisso com a Verdade - a redundância foi de propósito. Como eu estou sempre dando uma lida no teu blog, é provável que te "incomode" de novo. Um abraço fraternal em Cristo!

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  9. Prezado Pb. fábio Correia

    O homem Adão foi criado sim com livre Arbitrio que no entendimento de Westminster nada mais é do que a ação do homem atrelada a sua natureza até então perfeita. e no ensino do Senhor Jesus a arvore boa produz fruto bom...e Adão antes da queda mesmo sendo arvore boa produziu fruto mal. talvez vc lance dúvida na qualidade da perfeição da natureza de Adão,e da comunhão que ele tinha com Deus, para tentar explicar a queda... e possivelmente vc faça coro com Gerhard Vos, A.A Hodge, Berkof , Shedd, Bavickh e outros teologos reformados que interpretam o pacto de obras como uma instabilidade na natureza de Adão, ensinando que Adão estava em teste e precisava passar pelo teste no paraiso para que através dele, obedecendo, claro, o não comerás, conseguise a vida eterna pelos seus proprios méritos...prefiro a companhia de Van Gronigen e O. Palmer Robertson.. proclamando a soberania de Deus na queda e estabelecendo a razão primeira da queda no decreto de Deus.
    O homem nunca, nem mesmo em Adão teve livre arbitrio metafísico... O Senhor Deus sempre esteve no controle da situação...o homem nunca agiu independente da vontade de Deus, pois sua vontade ( a de Deus) controla todas as coisas nos seus minimos detalhes inclusive a vontade do homem, que é escrava do pecado quando impio e escrava da justiça quando Liberto do pecado...mas nunca o homem é livre...
    o livre arbitrio libertario é pura ficção...
    um abração!!!
    Pb. Alexandre Galvão

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  10. O livre arbitro é doutrina daqueles que não conhesem as escrituras como os falsos profetas que negam a Cristo.

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  11. Prezado Galvão:

    Fico feliz por sua honestidade intelectual em citar grandes nomes da teologia reformada que pensam diferentemente de vc. Vc tem boas companhias, é verdade; porém, em número infinitamente menor e com expressão infinitamente inferior àqueles que discordam de vc. Isso não seria um bom motivo para vc rever seus conceitos?

    Anônimo:

    Peço que se identifique ao final de sua fala. Quanto ao livre-arbítrio, o homem não o tem mais. Antes da queda, porém, ele era 100% livrem isto é, não tendia nem para o bem nem para o mal. Isso é livre-arbítrio em sua estensão e exatamente o que o torna responsável pelos seus próprios pecados. E de forma alguma essa doutrina está em desarmonia com os decretos de Deus, porque assim Ele resolveu decretar.

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  12. Estou falando dos dias de hoje não antes da queda você entendeu errado caro presbitero mas obrigado pela coerência ok.

    Dic.Rubian

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  13. interessante Fábio vc fundamenta a responsabilidade humana no livre arbitrio isso no caso de Adão, e hoje? os homens não são mais responsáveis? pois vc mesmo defende que eles hoje não têm o livre arbitrio.
    e como vc sabe que Adão era 100% livre? como vc sabe que ele era responsavel porque era livre? onde a Biblia ensina isso? de onde vc tirou esta conclusão?do arminianismo? se Adão era livre como foi que ele pecou? e se de fato ele era perfeito(sem pecado) como eu creio, como então ele pecou?
    vejo que vc defende compatibilidade entre soberania divina e livre arbitrio ou livre agencia ou como vc queira chamar...vc defende aquilo que faz do seu calvinisto fraco e incosistente.
    e no caso de teologia pactual
    Caro Presbitero eu vi e revi minhas posições sobre teologia pactual... e Van Groning e Palmer Robertson são autoridades neste assunto, o Van groning passou 40 anos para escrever alguns de seus livros sobre os pactos... sim concordo! Berkof,Hodge,shedd e outros de fato são grandes teólogos mas nenhum se dedicou detidamente a estudar teologia pactual...
    E a incoerencia de A.A Hodge sobre pactos das obras, como também a de Gerard Vos é evidente nos seus cometarios da confisão de fé de Westminster e do catecismo maior por Gerard Vos...
    pois Adão já tinha vida plena em comunhão com Deus e ele não precisaria passar em um teste para confirmar e conquistar o que ele já tinha.
    Observaçaõ: a confisaaõ de fé ensina pacto de obras, mas eles deturpam o que de fato a confissão está ensinando...

    Pb. Alexandre Galvão

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  14. Prezado Pb.Alexandre:

    Que numa situação pós-queda o homem passou a não mais ter livre-arbítrio, concordamos plenamente.

    O que faz nossos pensamentos divergirem quanto a esse assunto é exatamente a situação anterior à queda.

    Você pensa que, mesmo no "estado de inocência", o homem "jamais" teve livre-arbítrio. E, pensando assim, vc pensa diferente da maioria esmagadora dos grandes teólogos Reformados e da história do Cristianismo.

    Eu penso exatamente o contrário. Abaixo o resumo do que penso sobre o assunto:

    1- Deus dotou o homem de 100% de liberdade, de forma que nem era forçado ao mal nem ao bem. Ou seja, nesse estado o homem desfrutava de 100% de livre-arbítrio.

    2- O homem, antes da queda, tinha a liberdade e o poder de escolher agradar a Deus (por ele mesmo, sem nenhuma causa de necessidade), mas, como era 100% livre, poderia também "escolher" desagradá-lo, como aconteceu;

    3- O homem, depois do pecado, perdeu totalmente todo poder de vontade quanto a qualquer bem espiritual, isto é, "perdeu o livre-arbítrio" que antes dispunha. Note-se que só se perde aquilo que efetivamente se possui.

    Bom, esse é o humilde resumo do que penso. E reconheço que, por limitação, não consigo pensar diferente disso.

    Gostaria que vc dissesse, sem arrodeios e verbosidades, se eu ESTOU CERTO OU ERRADO. Não precisa nem apresentar os motivos. Só me diga, por favor: SEU PENSAMENTO É CERTO OU SEU PENSAMENTO É TOTALMENTE EQUIVOCADO, ERRADO E COMPARADO AO PENSAMENTO DOS ASNOS.

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  15. em parte vc está certo, e em parte vc está errado.
    vc fala de que livre-arbitrio?
    só Deus é 100% livre!
    o homem sempre terá sua vontade causada por algo externo a ele ou interno nele.

    vc diz:
    Deus dotou o homem de 100% de liberdade,

    mas como vc sabe disso? pois Adão pecou.


    vc diz:
    que nem era forçado ao mal nem ao bem...

    então a vontade de Adão não foi causada quando ele pecou contra Deus? `
    vc então está me dizendo que a vontade de Adão agiu a despeito de qualquer causação interna e externa...que a vontade dele não foi forçada a agir nem por Deus, nem pelo diabo, enm por ele mesmo? então, como a vontade dele agiu a partir de estado neutro? ela se autocausou?

    vc fala como se não tivesse conhecimento de causa...vc sabe que Adão pecou, pois vc vive pó-Adão. então como falar de possibilidade de queda se já estava decretada a queda de Adão...

    vc diz:
    é, "perdeu o livre-arbítrio" que antes dispunha..

    Adão perdeu a comunhão com DEus... e não o livre arbitrio pois ele não o tinha...

    depois concluo...
    Pb. Alexandre Galvão

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  16. Prezado Pb.Galvão:

    "Vc diz"... foi assim que vc iniciou todas as suas antíteses. O fato, caro Galvão, é que eu não disse nada disso. Na verdade não teria essa capacidade.

    Tudo que coloquei no conentário anterior é exatamente o que está na Confissão de Westminter, que vc diz subscrever. Nada é "pensamento meu", muito embora eu a subscreva integralmente.

    Vc afirma categoricamente que Adão nunca teve Livre-arbítrio: "e não o livre arbitrio pois ele não o tinha". O capítulo da confissão sobre o Livre arbítrio é claríssimo. Ele de fato o tinha.

    Pergunto: Vc não subscreve esse capítulo? Está errado? Responde de forma clara tá?

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  17. Subscrevo sim!
    talvez divergimos sobre como subscrevemos a confissão...
    subscrevo os sistema de doutrinas e não as proposições, como talvez vc o faça.
    somente as escrituras é que subscrevo as proposiçoes, verbos e artigos...

    um abração!
    Pb. Alexandre Galvão

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  18. Prezado Pb.Alexandre Galvão:

    No comentário anterior pedi para que vc fosse o mais claro possível. Esse pedido não foi atendido. Obviamente que o fato de não ter sido claro não se dá por falta de capacidade sua, antes, pelo contrário, foi prova de sua grande inteligência.

    Se vc responde, com a clareza pedida, que o homem, de acordo com o capítulo sobre o livre-arbítrio da CFW, na situação de inocência, tinha livre arbítrio, negaria tudo o que tem defendido até hoje. Se, por outro lado, vc assume (o que realmente pensa) que o capítulo da CFW que trata sobre o livre-arbítrio está ERRADO, estaria, automaticamente, "dando um tiro no próprio pé", assumindo uma grave inconsistência no seu ofício de presbítero da IPB, que adota a CFW como exposição fiel das Sagradas Escrituras.

    Por isso, vc resolveu respostar de forma nebulosa e como quem quer ficar "em cima do muro para não se prejudicar e continuar atendento aos dois lados da questão".

    Mas, Alexandre, nosso leitor não é bobo...rs. Ficou mais do que claro que vc não subscreve a CFW em sua totalidade, especialmente ao capítulo que trata do livre-arbítrio, defendido ali de forma inequívoca.

    Veja o que vc diz: "subscrevo os sistema de doutrinas e não as proposições". Só pode estar de brincadeira conosco. Não subestime nossa tão já pequena inteligência..rs..

    Contudo, vou lhe dar outra oportunidade de se redimir perante nossos leitores, para não ficar feio para vc. Gostaria apenas que respondesse com SIM ou NÃO, ok?

    O homem, antes da queda, de acordo com o capítulo da CFW, que trata especificamente sobre o assunto, TINHA SIM LIVRE ARBÍTRIO.

    Diante disso pergunto:

    A CONFISSÃO DE FÉ ESTÁ ERRADA AO AFIRMAR CATEGORICAMENTE A PRESENÇA DO LIVRE-ARBÍTRIO NO HOMEM NA SITUAÇÃO PRÉ-QUEDA?

    ( ) SIM
    ( ) NÃO

    Recomendo que apenas responda, sem maiores comentários, para não se complicar ainda mais..rs.

    Tem outra opção também. Não responda esse comentário e faça de conta que não viu, que não entrou mais aqui para ver como estava o debate. Mas, todos sabem que vc sempre entra...rs...contudo, pode ser que cole..rs.

    Tudo de bom e obrigado pela contribuição que tem dado sempre aos nossos debates.

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  19. Pb.Fábio correia,
    vc deseja que eu seja direto e simplista na minha resposta, contudo, o caso em questão requer uma resposta cuidadosa e precisa
    Mais uma vez respondo positivamente se subscrevo ou não a CFW,a subscrevo sim! subscrevo todas as doutrinas nela contida
    , todavia não defendo a infabilidade das suas proposições. acredito que neste caso vc pensa igual a mim. pois com certeza há
    imprecisões na CFW.
    e se tratando de livre arbitrio é irrelevante para discusão o fato de se Adão agia fundamentado na sua ontologia, pois isso é obvio.
    A discussão calvinista X arminianismo, antes, gira em torno da questão da causação da vontade. foi a vontade de Adão metafisicamente causada?
    Deus causou a vontade de Adão? ou a vontade de Adão se autocausou? nossa vontade é libertaria ou causada metafisicamente?
    a questão é se nós decidimos livre da influência dos decretos de Deus? e nesse sentido e nesse sentido somente a CFW estabele Deus como causa primeira de tudo
    inclusive de nossa vontade. pois do contrário, nossos discursos beirará e fará eco com o teismo aberto, o dualismo, o deusismo e o paganismo...

    Pb. Alexandre Galvão
    um Abraço
    espero nos encontrarmos para discutirmo pessoalmente...

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  20. Prezado Alexandre:

    Não me inclua no meio daqueles que consideram que a CFW contém "imprecisões". Meio que vc faz questão de fazer parte, inclusive...rs. Não penso assim. Pelo contrário, penso que a CFW é a CORRETA interpretação das Escrituras Sagradas, em toda sua inteireza, sem "imprecisões"; dentro dos limites de uma interpretação, obviamente. E isso não significa dizer que atribuo alguma espécie de "infabilidade"; pelo menos não no sentido de ser outra escritura; absolutamente. Porém, dentre todas as "interpretações" que existem, inclusive a sua, considero a interpretação da CFW a melhor de todas.

    E é exatamente por isso que ainda sou oficial da IPB.

    Deixa eu ainda facilitar sua resposta (ainda vou insistir nessa questão, que vc insiste em obscurecer):

    O capítulo que trata do livre arbítrio ESTÁ ERRADO? Certamente vc considera uma das "imprecisões" da interpretação da CFW?

    O simples fato de afirmar existirem imprecisões naquela interpretação que a IPB considera "A FIEL EXPOSIÇÃO DA PALAVRA DE DEUS", já seria motivo suficiente para que eu deixasse a IPB, muito mais ainda sendo oficial. Sinceramente não conseguiria viver com tamanho grau de incoerência.

    Tudo de bom!

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  21. Alexandre está mais do que claro que você não subscreve a CFW de forma integral e faz de voçê não ser presbiteriano.

    Diac:Rubian

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  22. Caro Presbitero Fábio Correia

    Vc Diz:
    Pelo contrário, penso que a CFW é a CORRETA interpretação das Escrituras Sagradas, em toda sua inteireza, sem "imprecisões";dentro dos limites de uma interpretação, obviamente.

    Ok! Vc falou como um bom presbiteriano.
    Vc é filósofo por profissão e com certeza vc usa a lógica em suas aulas, não sei porque vc não a usa quando falamos no contexto da teologia.
    Se a CFW não contém nenhuma imprecisão e é a correta e infalível interpretação das Escrituras, é irrelevante o final do seu texto: “dentro dos limites de uma interpretação, obviamente.” Vc está falando de uma interpretação inerrante e detalhadamente precisa e suficiente para a completa e exaustiva comprrensão das Escrituras sagrada?Fábio vc está falando sèrio? É isto mesmo que vc acredira? Vc já parou para pensar nas implicações dessa sua convicção?

    vc diz:
    E isso não significa dizer que atribuo alguma espécie de "infabilidade";

    Meu amigo, se na CFW não contém erros de nenhuma espécie e não contém nenhuma imprecisão. Ela é inerrante e infalível...se vc observar em qualquer dicionário a palavra infalível, ela significa : algo que regula com toda a precisão.
    contudo acredito que nem mesmo os puritanos que elaboraram a CFW pensaram que chegaram tão longe. Os falíveis servos de Deus elaborando um documento infalível e isto sem a inspiração do Espírito Santo... como eles eram grandes...

    vc diz:
    pelo menos não no sentido de ser outra escritura;

    não...não... ela não é outra escritura, mas é a infalível interpretação das escrituras. Pelo menos para vc Fábio.

    vc diz:
    absolutamente. Porém, dentre todas as "interpretações" que existem, inclusive a sua, considero a interpretação da CFW a melhor de todas.

    A melhor de todas? Ora Fábio se ela é a única correta em todas as suas nuanças, sem imprecisões nas suas proposições, ela não deve ser considerada a melhor de todas e sim a única interpretação...
    Calvino? Coitado! Ficou pra trás anos luz!
    Louis Berkof é fichinha na frente dos teólogos de Westminster...
    Charles Hodge e seu Filho A.A. Hodge são amadores em escrever teologia... bom mesmo só os teólogos de Westminster.

    vc diz:
    E é exatamente por isso que ainda sou oficial da IPB.

    porque a palavra ainda? vc está em crise Fábio? Vc pensou sair da IPB ? ou pensou em deixar o oficio? Então deixe eu entender, vc é oficial da IPB porque a CFW é a interpretação fiel das Escrituras. É isso que te motiva? Não o amor a igreja de Cristo?

    vc diz:
    O capítulo que trata do livre arbítrio ESTÁ ERRADO? Certamente vc considera uma das "imprecisões" da interpretação da CFW?

    Sim! Considero este capitulo elaborado com palavras imprecisas... seu conteúdo soa ilógico a uma mente calvinista que crê em Um Deus 100% soberano.

    Pb. alexandre Galvão
    tudo de bom em Cristo.

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  23. Vc está errado Rubian... eu a subscrevo sim!
    De uma forma diferente de vc e da sua escola criada por Fábio que dá a CFW o grau de infabilidade.

    Já que vc Rubian subscreve a CFW de forma integral?
    Me responda :

    o papa é o anticristo?
    Se vc é realmente coerente com a sua escola... sua resposta é......... sim!!!e não venha me dizer que ele é um anticristo. pois a CFW diz que ele é o anticristo. portanto, sua escola que diz crê na infabilidade verbal da CFW não pode interpretar tal prposição de outra forma.

    Pb. Alexandre Galvão

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  24. Caro Alexandre:

    Não esqueci da necessidade da lógica na teologia não. No caso em questão, ela é bem simples:

    A CFW é uma interpretação. Existem várias outras interpretações, inclusive a que vc defende. Alguma interpretação precisa estar correta ou o mais aproximado da verdade possível. Sou oficial da IPB. A IPB adota a CFW como a FIEL INTERPRETAÇÃO DAS SAGRADAS ESCRITURAS. LOGO, para mim e para todo oficial da IPB, a interpretação da CFW é a única correta, obviamente que isso só é válido para os assuntos que ela aborda; dentre eles, o livre-arbítrio.

    Respondendo suas indagações: "Quanto ao que vc argumenta: "Vc pensou sair da IPB ? ou pensou em deixar o oficio? Então deixe eu entender, vc é oficial da IPB porque a CFW é a interpretação fiel das Escrituras. É isso que te motiva? Não o amor a igreja de Cristo?".

    respondo:

    Usei a palavra "ainda" pq no dia em que a IPB não aceitar mais a CFW como a "Fiel interpretação da palavra de Deus", deixarei de ser oficial da IPB. Simples! Não o sou obrigado a sê-lo. Serei um simples membro de banco, "por amor a igreja de Cristo", ou ainda procurarei outra comunidade (outra igreja de Cristo) em qeu me identifique melhor.

    Da mesma forma, se algum dia eu não mais subscrever QUALQUER PARTE da CFW (como é seu caso), de imediato e para ser honesto com a igreja e, principalmente, com minha consciência, deixarei o ofício.

    Respondidas suas colocações, quero registrar minha alegria por vc ter decido sair de cima do muro. É legal assumir, publicamente, QUE NÃO SUBSCREVE a CFW em sua inteireza, afinal, pra que ficar engando e se enganando não é? parabéns pela coragem (muito embora tenha assumido isso só depois que forcei muito a barra..rs..). Reproduzo suas palavras de afastamento oficial da IPB:

    "Sim! Considero este capitulo (DO LIVRE-ARBÍTRIO) elaborado com palavras imprecisas... seu conteúdo soa ilógico a uma mente calvinista que crê em Um Deus 100% soberano".

    Só pra ficar claro, e aproveitando que vc gosta de lógica:

    1ª Premissa: A IPB adota, oficialmentea, a CFW como FIEL EXPOSIÇÃO DAS SAGRADAS ESCRITURAS;

    2ª Premissa: Só pode ser presbítero da IPB quem subscreve integralmente a CFW;

    3ª Premissa: Você não subscreve integralmente a CFW;

    LOGO: Você não pode ser presbítero da IPB.

    A partir de agora você já sabe os próximos passos, contudo, um bom começo seria não mais se identificar como presbítero da IPB.

    Entenda: sua interpretação pode até estar correta (o que acho pouquíssimo provável), mas vc só não pode, com ela, ser oficial da IPB. Só Membro da IPB até pode (a constituição permite), caso não queira ir para outra denominação.rs...Parece lógico, não?

    Se quiser ainda se identificar como presbítero da IPB, ainda há tempo para repensar seus posicionamentos teológicos.

    Tudo de bom!

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  25. Pb Fábio Correia, passei um tempo distante de nossas querelas...mas...estou de volta para...

    Fábio soa engraçado seus comentários, sinceramente eu sorrir bastante quando o li pela primeira vez...

    vc diz:
    Sou oficial da IPB. A IPB adota a CFW como a FIEL INTERPRETAÇÃO DAS SAGRADAS ESCRITURAS. LOGO, para mim e para todo oficial da IPB, a interpretação da CFW é a única correta.

    Pb. Fábio sua teologia reformada vai ser corrigida lá no céu... deixa essa pretensão de infabilidade de lado. vc exclui com seu argumento qualquer pretensão de interpretação que vá álém da CFW, ela é apenas um copo de água comparada ao oceano das Escrituras sagradas. vc deixa subtendido com seu discurso fundamentalista que a CFW esgotou todo assunto do qual ela trata e jamais poderemos mudar nenhuma de suas presuposições...vc com os esforços de se fazer teologia. espere um pouco! mas, a CFW que está em nossas mãos ela já foi corrigida... vc sabia disso fábio! e porque fala hoje como se ela não fosse passivel de correção? se não sabia, consulte nas primeiras páginas do documento do endereço abaixo:

    http://www.ebenezer.org.br/Download/Onezio/ConfissaoFeWestminster.pdf

    se ela não é passivel de correção, então a inferência necessária é que ela é inerrante e infalível.

    então vc quer dizer que defende a CFW como a oficial e correta interpretação das EScitutas Sagrada, simplesmente porque a IPB disse que ela á a correta interpretação...e que todo oficial(Pastor,Presbitero e Diacono) deve subscrevé-la. um momento! deixa vê se eu entendi! vc acredita na CFW como a inerrante interpretação das Escrituras porque a IPB disse que ela á ùnica interpretação correta...então sua certeza se fundamenta em um testemunho falível... ou vc acredita que a IPB detém a EX-cathedra.seria bom se vc acredita-se, pois, se vc acredita-se, seria mais coerente com suas proposições, pois vc admite infabilidade nas interpretações, mas não defende ex-cathedra. Pb Fábio, a validade de qualquer documento confessional deriva sua autoridade da Biblia e não do testemunho da igreja.isso é básico!"


    vc ainda disse:

    no dia em que a IPB não aceitar mais a CFW como a "Fiel interpretação da palavra de Deus", deixarei de ser oficial da IPB.
    Simples!

    interessante! vc disse que a CFW á única correta porque a IPB disse que ela era a única correta, e vc sendo oficial da IPB vc submeteu ao que sua mãe espiritual disse...(preste ateñção vc colocou a IPB como autoridade para definir em que vc têm que acreditar e em que não deve acreditar, vc desprezou as escrituras).
    mas agora, quando a sua (a igreja) diz meu filho estavamos errados! a CFW não é a interpretação correta das Escrituras! ai vc dá um chega pra lá na IPb e vai em busca de outra mãe, que te diga meu filho a CFW é a única correta... rsrsrsr...vc que estabeleceu a IPB como autoridade final na sua vida, e porque também não se submeter a ela agora, quando ela diz está equivocada com relação a CFW. vc é bastante arbitrário em seu raciocinio.
    Fábio, por vc ser filósofo e ainda mais por se intitular de calvinista, cuidado! seu discurso é bastante incoerente e ilógico...vc está envergonhando a a classe...

    até mas tarde!

    PRESBITERO alexandre galvão

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  26. Caríssimo ALEXANDRE GALVÃO:

    Considero você um cara muito inteligente. Isso me leva a crer que seu comentário é recheado de má fé e não de ignorância. Só não entendo o motivo disso.

    Não sei se percebeu, mas estás utilizando a mesma metodologia de “ confusão” de argumentos utilizada pela antiga serpente. Tá muito bem acompanhado...rs.

    Veja o absurdo que você diz:

    "então você quer dizer que defende a CFW como a oficial e correta interpretação das Escrituras Sagrada, simplesmente porque a IPB disse que ela á a correta interpretação".

    A CFW, Alexandre, não é a interpretação correta porque a IPB disse que é a correta. Obvio que não; nem eu disse isso. Ela já existia antes da IPB. Deveria ser desnecessário relembrar isso. Antes, pelo contrário, dentre tantas OUTRAS interpretações que existem (inclusive a que você defende), a IPB entendeu que a CFW é a FIEL EXPOSIÇÃO DA PALAVRA DE DEUS, aí, sim, a ADOTOU como símbolo de fé. Você sabe disso, mas insiste em repetir a tática de “confusão” utilizada no Édem: "foi assim que.....disse.....?" (Gêneses 3:1). Isso não é nada bom...rs.

    Sou apenas um simples oficial da IPB. Isso significa que, enquanto a IPB adotar a CFW e seus Catecismos, deverei subscrevê-los ou CAIR FORA. É só uma SIMPLES questão de coerência. Não consigo ser tão inconsistente quanto vocÊ, isto é, acreditar diferentemente do que a IPB, oficialmente, acredita e ainda assim querer ser oficial da IPB. Não somos obrigado a sê-lo. Acho isso muitíssimo estranho. Eu tenho que ter essa postura. Você não precisa mais tê-la, porque não é mais oficial da IPB. Logo, não sinta-se culpado por pensar diferente de mim e de muitos outros oficiais da IPB. Nossa constituição REQUER a subscrição apenas de seus oficiais.

    Recomendo que leia novamente meus comentários, de preferência sem rir tanto...rs. Talvez você consiga entender direito....rs.

    Tudo de bom!

    Lembranças à família.

    Presb.Fábio Correia

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